TVPT: Senadores explicam importância de acabar com poder econômico nas eleições


Durante entrevista para a TVPT senadores comentam a importância do acabar com o poder econômico nas eleições com a aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular para Reforma Política.

Senadores Humberto Costa (PT/PE) e Wellington Dias (PT/PI). (Arte: Uiara Lopes/PT).

De acordo com o senador Humberto Costa (PT/PE), “é preciso aprofundar a democracia no Brasil, criando igualdade para participação no processo político para todas as forças que representam setores da sociedade, ampliando a relação de transparência entre os eleitores e os eleitos” disse o petista.
Para o líder da bancada do PT no Senado, Wellington Dias (PT/PI), objetivo é fortalecer os partidos, garantindo uma eleição mais barata para possibilitar maior participação da sociedade. “No ano passado tivemos 218 mil eleições, porque digo isso? Porque nós tivemos 218 mil candidatos e cada campanha são separados por questão de número, prestação de contas e valores pagos aos que trabalham na campanha e isso encarece o processo eleitoral” explicou Dias.
Assista a matéria completa na TVPT.
(Janary Damacena – Portal do PT)
CARTILHA SOBRE REFORMA POLITICA
A reforma política é objeto da cartilha produzida pelos deputados estaduais Rui Falcão e Adriano Diogo, ambos do PT. Com 30 páginas, um texto de fácil entendimento e ilustrada por quadrinhos, a cartilha traz temas centrais para ampliar e fortalecer a presença cidadã nos processos eleitorais.
Entre os temas abordados estão o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais, voto em lista partidária preordenada no sistema proporcional, fidelidade partidária, participação popular, reeleição, fim das coligações proporcionais, entre outros.
Para que a reforma política tenha sucesso, o PT tem dado atenção especial às articulações com as centrais sindicais, movimentos sociais, organização de mulheres, juventude e de combate ao racismo. Conforme a cartilha, a reforma política “é o mais difícil dos desafios, porque quem detém o poder não gosta de partilhá-lo”
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