IMPERIALISMO NORTEAMERICANO CRESCE SOBRE O PRETEXTO DE "HUMANITARIANISMO"

EUA ameaçam intervir na Eritreia

U.S. Sets Stage for Libya-Like Regime Change in Eritrea, “Africa’s Cuba”

Há indícios de que os Estados Unidos estão a preparar uma intervenção militar «humanitária» na Eritreia utilizando pretextos idênticos aos que justificaram a agressão da NATO contra a Líbia em 2011.
À semelhança do que aconteceu no caso do país norte-africano, os EUA capturaram a máquina dos «direitos humanos» das Nações Unidas para invocar a «responsabilidade de proteger» os cidadãos eritreus de alegados abusos do próprio governo. Este princípio, responsibility to protect (R2P), a qualquer custo tinha sido utilizado para legitimar a intervenção na Líbia pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, agora candidata presidencial democrata.
As mais recentes denúncias das manobras engendradas pelos EUA contra a Eritreia foram feitas através da Global Research, uma organização de pesquisa e informação com sede no Canadá. Um artigo da autoria de Glen Ford desmonta as falsidades retiradas do catálogo das mentiras imperiais.
Washington conseguiu que as Nações Unidas impusessem sanções à Eritreia, desde 2009, com o argumento de que Asmara concede «apoio político, financeiro e logístico» aos islamitas do Al-Shabaab, na Somália. Isto apesar de o governo laico eritreu se opor ao jihadismo islâmico de o Conselho dos Direitos Humanos da ONU ter reconhecido a inexistência de provas de tal ajuda.
Mais recentemente, um painel de três expertos onusinos acusou a Eritreia de ser um Estado fora-da-lei que cometeu «crimes contra a Humanidade», escravizou mais de 400 mil pessoas e foi conivente com assassínios, violações e atos de tortura. O presidente da comissão de inquérito da ONU sobre os direitos humanos na Eritreia, um certo Mark Smith, australiano, propôs que o governo eritreu seja julgado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede em Haia. Trata-se de um tribunal que, desde a sua criação, em 2002, tem perseguido dirigentes africanos – mas só aqueles que não alinham com os interesses imperialistas dos EUA.
Este pretexto «legalista» já fora utilizado em 2011, quando o Conselho de Segurança, liderado pelos EUA, Grã-Bretanha e França, acolheu acusações semelhantes contra a Líbia e pretendeu levar o caso ao TPI, numa altura em que a agressão militar contra o regime de Muammar Khaddafi estava já em marcha. 

«Cuba da África»

A atual campanha internacional de demonização da Eritreia, alimentada pelos EUA – explica Glen Ford no artigo – assenta em duas grandes mentiras.
A primeira, a da «escravização» da população. Trata-se, na verdade, de um serviço nacional que inclui não só deveres militares obrigatórios mas também trabalho cívico em obras públicas e nas áreas da saúde e educação. Muitos professores, por exemplo, são trabalhadores desse serviço nacional.
A outra falsidade da propaganda ocidental pretende fazer crer que a «opressão» na Eritreia é uma das principais causas das vagas de refugiados africanos na Europa. Não é credível que a Etiópia, com uma população de 90 milhões e um dos países mais pobres do mundo, o Sudão, com 40 milhões e várias guerras internas, ou a Somália, nação de 10 milhões sem Estado, provoquem menos refugiados do que a Eritreia… O que acontece, não por acaso, é que, sob pressão dos EUA, há políticas imigratórias europeias que favorecem os «exilados políticos» eritreus.

Situada na África Oriental, com cerca de mil quilómetros de costa no Mar Vermelho, a Eritreia é um pequeno país de seis milhões de habitantes. A maior parte da população – metade é islâmica, metade é cristã – vive da agricultura, pecuária e pesca. Há expectativas de exploração do petróleo mas a maior riqueza do país é a sua localização estratégica. Além disso, o governo de Asmara não aceita «ajudas» estrangeiras e rejeita as políticas do Fundo Mundial Monetário e do Banco Mundial.
Colonizada pela Itália desde finais do século XIX e, após a II Guerra Mundial, pela Grã-Bretanha, a Eritreia foi depois anexada pela Etiópia do imperador Hailé Selassié. A partir dos anos 60, um movimento guerrilheiro combateu durante três décadas pela independência, conquistada enfim em 1993. O líder da luta emancipalista foi Isaias Afwerki, o actual presidente da Eritreia, país que continua a ter más relações, incluindo conflitos fronteiriços, com a Etiópia, grande aliada dos EUA.
Não surpreende, pois, a pedra no sapato do imperialismo norte-americano contra a Eritreia, hoje um dos dois únicos estados do continente que não estabeleceram relações de cooperação com o Africom, o comando militar estado-unidense para a África. O outro recalcitrante é o Zimbabué, de Robert Mugabe. Os EUA mantêm Camp Lemonnier, a sua maior base militar africana, no Djibuti, vizinho da Eritreia, país a que alguns chamam «a Cuba da África»...

HADDAD LIDERA PESQUISA ESPONTÂNEA PARA A PREFEITURA DE SÃO PAULO



Fernando Haddad é mencionado espontaneamente por 50% dos paulistanos que responderam a pesquisa citando o nome de quem já é o seu candidato escolhido.

TEORI PROVA AS MARACUTAIAS DE CUNHA - TODA A FAMÍLIA CUNHA SE FERRA NO STF



POR CONTAS NA SUÍÇA O DESCARADO CUNHA SE TORNOU RÉU NO STF PELA 2a. VEZ 

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram nesta quarta-feira pela aceitação de denúncia contra o Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

TEMER QUER O FIM DO SEGURO DESEMPREGO

O processo atualmente em curso, que substituiu o governo eleito de Dilma Rousseff por outra coalização e por outro programa que agrada somente os negócios rentáveis da elite rica do país, não foram aprovados no escrutínio eleitoral, se constitui juridicamente como uma grave violação à ordem constitucional e ao Estado Democrático de Direito. Em sentido político, se apresenta como um golpe de Estado, que visa trazer ao governo federal projetos e setores que o povo repugna.

Temer quer acabar com FAT, que paga seguro-desemprego

PARLAMENTO EUROPEU VAI INVESTIGAR "OFFSHOREs" DO "PANAMA PAPERS"

PARLAMENTO EUROPEU INVESTIGA:

«Papéis do Panamá»
O Parlamento Europeu (PE) deu luz verde, dia 8, em Estrasburgo, à criação de uma comissão de inquérito para o caso de evasão através de paraísos fiscais, conhecido como «Papéis do Panamá».

A LUTA AFRICANA CONTINUA

Milhares de mineiros podem finalmente processar empresas que exploram as minas de ouro sul-africanas.

Mentira e Hipocrisia, por Fernando Haddad


Hoje, a imprensa me acusa de querer isentar a Prefeitura de responsabilidade pelos óbitos da última frente fria.
Não é verdade.

NEOLIBERALISMO DE SERRA UM EXAGEIRO, DIZ O FMI

Neoliberalismo: Exagerado?
Neoliberalism: Oversold?
                                                                                                                                    por Edu Montesanti

Em sua revista deste mês de junho, o próprio Fundo Monetário Internacional criticou, não tão abertamente, as políticas neoliberais através de alguns de seus principais economistas, Jonathan D. Ostry, Prakash Loungani, and Davide Furceri. “Ao invés de produzir crescimento, algumas políticas neoliberais têm aumentado a desigualdade, por sua vez colocando em risco a expansão duradoura”, observam eles.
É interessante notar que o propalado neoliberalismo foi aplicado exatamente por governos autoritários e profundamente corruptos – casos de América Latina sob ditadura militar, Estados Unidos sob os Bush e Reagan, e Reino Unido nos anos de Margaret Tatcher, conhecida como Dama de Ferro. Tal fato pode causar surpresa inicial, mas não nenhuma contradição dada a natureza excludente do modelo econômico em questão.
Nas palavras da jornalista canadense Naomi Klein, “se olharmos para a história dos primeiros lugares onde o neoliberalismo foi imposto, ele foi imposto exatamente no oposto [do que nos é dito]: foi necessária uma derrubada da democracia para que ele se desenvolvesse”.
Por outro lado, políticas sociais são aplicadas exatamente como socorro às crises profundas geradas pela maximização do livre-mercado. Casos emblemáticos são o New Deal norte-americano do presidente Franklin Delano Roosevelt, pós-Grande Depressão iniciada pela quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929, e os Estados de Bem-Estar Social europeus pós-Segunda Guerra Mundial.
Os países nórdicos, berço da social-democracia, sempre foram exemplos neste sentido, nos dias de hoje abrindo-se ao Consenso de Washington ao diminuir a influência estatal, e, como sempre ocorreu na história, tornar as economias mais vulneráveis.
Enquanto tal modelo gera horror em setores reacionários pautados pela mídia predominante defensora dos interesses das grandes corporações que a sustentam, que chegam a ponto (não raras vezes) de qualificá-lo de “comunismo diabólico”, por outro lado a intervenção estatal de Bush filho em 208, maior da história destinada ao socorro aos bancos criminosos, exatamente os geradores da depressão econômica de então (não sanada até hoje), o qual ultrapassou 1,8 trilhão de dólares, e dois anos depois o plano de salvação de Barack Obama à indústria automobilística acima da casa dos 60 bilhões de dólares, acomodam os espíritos mais conservadores das sociedades.
Vale apontar que no atual festival da despolitização tupiniquim que tirou da Presidência uma das únicas políticas sem acusação nem sequer sendo investigada por corrupção, para colocar no poder, nas palavras de Noam Chomsky (intelectual mais respeitado do mundo) “uma corja de ladrões” sob forte influência e aplausos midiáticos, as classes média e alta brasileiras têm apoiado agora e historicamente o model neoliberal, com a típica raiva caçadoras de bruxas anti-comunistas presente na ridícula votação pelo impedimento da presidente Dilma Rousseff (assim observado por todos os meios de comunicação mundiais), e nestas semanas subsequentes.
Apontado neste sentido, da excessiva ignorância baseada na ditadura do mercado que relega todo o aparato do Estado e a própria sociedade à lógica do lucro (que é ilógica) e da profunda despolitização, baseadas em desenfreada competitividade, no ódio às diferenças e nos preconceitos étnicos, regionais, sociais, sexistas e de gênero, é a cara perfeita da sociedade brasileira, de seu estilo e de sua estatura moral e intelectual, este público ataque gospel-reacionário da jurista Janaína Paschoal na Faculdade de Direito da USP, no início de abril capaz de gerar desconforto até em seus colegas e alunos reacionários – portanto, nada dotados de grande senso do ridículo e de consideráveis capacidades intelectuais.
Famosas internacionalmente pela essência corrupta, pela fortíssima discriminação, pela agressividade e pela incapacidade organizacional que, no país do carnaval e do futebol decadente, dia a dia se superam, que se creem sábias ao mesmo tempo que, na ausência de autonomia reflexiva, são capazes de caírem no engodo de personagens como Temer, Sarney, Calheiros, Eduardo Cunha e da mesma mídia sabidamente manipuladora e historicamente golpista, bem como devota das própria retórica de “liberdade” baseada na lei do mercado, as mentalidades elitistas brasileiras (que não escolhem classe social) podem ter a condição de prostração intelectual e de falência moral refletida com perfeição nas palavras de Johann Wolfgang von Goethe: “Ninguém está mais desesperadamente escravizado, que aquele que falsamente acredita ser livre”.
E em não raros casos, certamente, é ainda mais sofrível ter-se consciência da escravidão econômica, social e política passivamente por medo, por interesse ou por uma patética combinação de ambos. Para os setores reacionários nacionais, imbecilizados pela grande mídia oligárquica pertencente a cinco famílias e financiada diretamente por Washington (fato comprovado documentalmente por WikiLeaks), pode o FMI e todas as evidências, atuais e históricas, apontar contrariamente a suas ideias pré-concebidas que tudo será em vão e tudo seguirá como está. A história mostra isso, e hoje e só esperar para ver.

MARCHA EM 40 CIDADES CONTRA GOLPISTAS MANCHETE EM PORTUGAL

O Brasil saiu à rua

Centenas de milhares de brasileiros manifestaram-se sexta-feira, 10, contra o golpe de Estado e Michel Temer, cujo governo golpista cumpre um mês.
Image 20574

De acordo com informações avançadas pelos promotores, as marchas de repúdio ao executivo interino e em defesa da democracia ocorreram em 40 cidades de 19 estados e no Distrito Federal (Brasília). Tratou-se do primeiro protesto convocado à escala nacional, embora desde que Michel Temer tomou posse praticamente não tenha havido um dia sem actos públicos ou iniciativas de massas a condenar o afastamento da presidente eleita por 54 milhões de brasileiros e a sua substituição pelo vice-presidente.
Nas centenas de acções realizadas no último mês, para além do repúdio pela suspensão do mandato de Dilma Rousseff, e da denúncia de que se tratou de um processo conspirativo em que um dos objectivos era livrar políticos corruptos das investigações judiciais em curso, o povo tem contestado medidas cujo propósito é impor retrocessos em importantes conquistas e direitos sociais alcançados durante as gestões de Lula da Silva e Dilma Rousseff.
O governo de Michel Temer cumpriu um mês no domingo, 12, com um índice de popularidade historicamente baixo. Para tal, contribuem a composição do executivo (sem mulheres ou negros), os cortes na Educação e Saúde e no investimento público em geral, a eliminação do Ministério da Cultura (entretanto revertida), os escândalos envolvendo três dos seus ministros em conjuras para derrubar Dilma e no uso de bens estatais em serviço pessoal, bem como o próprio presidente interino, que recentemente transferiu boa parte da sua fortuna para o filho de sete anos.
Milhões de brasileiros gritaram nas ruas «fora Temer», igualmente, porque não aceitam a elevação da reforma para os 65 anos, a agenda de privatizações de empresas públicas ou das participações estatais em centenas de companhias, bem como a permissão de que as multinacionais passem a deter posições dominantes na exploração dos recursos naturais e do subsolo (petŕoleo e gás, sobretudo).

GIBA E CICINHO ENTREGAM UM PATRIMÔNIO CULTURAL PARA O POVO DA ZONA NORTE



 O SUBPREFEITO DE VILA MARIA/VILA GUILHERME, GILBERTO ROSSI, E O COMPANHEIRO CICERO BEZERRA, REALIZAM O SONHO DO POVO DA VILA GUILHERME E INAUGURAM UM CENTRO CULTURAL NO BAIRRO

São Paulo tem melhor mobilidade urbana do Brasil, diz pesquisa





Apesar da torcida contra ciclovias e corredores de ônibus, São Paulo se tornou protagonista de uma transformação no deslocamento urbano.

ATENÇÃO ZN - CANTAREIRA ACABA DE SER PRIVATIZADA PELO ALCKIMIN - PSDB


O plenário da Assembleia Legis­lativa aprovou no dia 07/06, emenda aglutinativa substitutiva ao PL 249/2013, do governador, que concede o uso de parques estaduais a terceiros. Apresentada no último dia 01/06, pelo líder do governo Cauê Macris (PSDB), a emenda foi aprovada por 63 votos favoráveis. Dezessete deputados do PT, PSOL e PCdoB votaram contra. 

A ORQUESTRA QUE TOCA PELA DEMOCRACIA VAI TOCAR VOCE!









E- MO-CI-O-NAN-TE
DEGUSTE O VÍDEO

Globogolpista tenta reduzir a Manifestação mas as imagens falam mais que as Palavras

O discurso remete a uma pequena manifestação em frente ao Masp, mas a imagem do povo tomou conta da Paulista

ZN PRESENTE! LULA FALA EM ATO CONTRA O GOVERNO GOLPISTA

A Galera da ZN não da arrego para o governo Golpista de Temer e se apresenta no ato da Paulista sem medo de ser Feliz
Confira o vídeo com discurso de Lula

Não há negociação possível com esse governo golpista!


Cientista da Academia Brasileira de Ciências se nega a fazer reunião com Kassab 
“Eu acho que não há negociação possível com esse governo provisório que tenta impor à sociedade brasileira um retrocesso social, econômico e político”, disse o cientista Antonio Galves em carta endereçada à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), depois do convite para participar de uma reunião com Gilberto Kassab, ministro interino da pasta de Ciência e Tecnologia que se fundiu à de Comunicações.

Entrevista completa da Presidenta Dilma Rousseff pelo jornalista Luis Nassif





“Todo mundo que não tem capacidade de se eleger porque não tem voto suficiente e seu programa não resiste a eleição, não pode achar que a saída é o impedimento do presidente em exercício” 

Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto porque Lula diz :Tô Voltando!





Em entrevista à maior rede de televisão do mundo árabe, Lula reafirma  "Se eu for a pessoa que possa evitar que eles destruam as conquistas que nós tivemos neste país, eu não tenho dúvida de ser candidato outra vez".

É HOJE! COM DILMA E LULA PELA DEMOCRACIA E CONTRA O GOLPE!

VOCÊ TEM UM ENCONTRO MARCADO NA LUTA PELA LIBERDADE!
E É HOJE
10/06/16
NA AV. PAULISTA
ÀS 17:00HS

WALL STREET: O APOIO DO GOLPE


O controle sobre a política monetária e a reforma macroeconómica era o objectivo final do Golpe de Estado. As nomeações chave do ponto de vista da Wall Street são o Banco Central, o qual domina a política monetária bem como as transacções de divisas estrangeiras, o Ministério das Finanças e o Banco do Brasil.
Por conta da Wall Street e do “Consenso de Washington”, o “governo” interino pós-golpe de Michel Temer nomeou um antigo presidente-executivo da Wall Street (com cidadania estado-unidense) para a chefia do Ministério das Finanças.
Henrique de Campos Meirelles, antigo presidente do Fleet Boston Financial’s Global Banking (1999-2002) e antigo governador do Banco Central sob a presidência Lula foi nomeado ministro das Finanças em 12 de Maio.
Antecedentes históricos 
A divisa do Brasil sob o Real está fortemente dolarizada. Operações de dívida interna são conducentes à ascensão da dívida externa. A intenção da Wall Street é manter o Brasil num colete de força monetário.
Desde o governo de Fernando Henrique Cardoso, a Wall Street tem exercido controle sobre nomeações económicas chave incluindo o Ministério das Finanças, o Banco do Brasil e o Banco Central. Sob os governo de Fernando Henrique Cardoso e Luís Ignácio da Silva (Lula), as nomeações do governador do Banco Central eram aprovadas pela Wall Street.
Nomeações de Cardoso, Lula e Temer no interesse da Wall Street 
Ilan Goldfein.Arminio Fraga: Presidente do Banco Central (4/Março/1999 – 1/Janeiro/2003),
administrador de hedge fund e associado de George Soros, Quantum Fund, Nova York, cidadania dual Brasil-EUA.
Henrique de Campos Meirelles: Presidente do Banco Central (1/Janeiro/2003 – 1/Janeiro/2011). Cidadania dual Brasil-EUA. Presidente e Executivo-Chefe de Operações do Banco de Boston (1996-99) e presidente do FleetBoston Financial’s Global Banking (1999-2004). Em 2004 o FleetBoston fundiu-se com o Bank of America. Antes da fusão com o Bank of America o FleetBoston era o sétimo maior banco dos EUA. O Bank of America é actualmente o segundo maior banco dos EUA.
Depois de ter sido afastado por Dilma em 2010, Meirelles retornou. Ele foi nomeado ministro das Finanças pelo “presidente interino” Michel Temer.
Ilan Goldfajn , economista chefe do Itaú, o maior banco privado brasileiro. Goldfajn [Goldfein] foi nomeado pelo “governo” interino de Michel Temer como governador do Banco Central (16/Maio/2016). Cidadania dual Israel-Brasil.
Goldfajn trabalhara anteriormente no Banco Central sob Armínio Fraga bem como sob Henrique Meirelles. Ele tem laços pessoais estreitos com o Prof. Stanley Fischer, actualmente vice-governador do US Federal Reserve. Não é preciso dizer que a nomeação de Goldfajn foi aprovada pelo FMI, pelo Tesouro dos EUA, pela Wall Street e pela Reserva Federal dos EUA.
Armínio Fraga.Convém notar que Stanley Fischer teve anteriormente o posto de vice-administrador director do FMI e de governador do Banco Central de Israel. Tanto Fischer como Goldfajn são cidadãos israelenses, ligados ao lobby pró Israel.
Nomeado de Dilma Rousseff para o Banco Central, não aprovado pela Wall Street 
Alexandre Antônio Tombini, governador do Banco Central (2011-2016). Carreira oficial no Ministério das Finanças. Cidadania: Brasil
Antecedente histórico 
No princípio de 1999, no seguimento imediato do ataque especulativo contra a divisa nacional do Brasil (Real), o presidente do Banco Central, Professor Francisco Lopes (que fora nomeado na quarta-feira negra de 13/Janeiro/1999) foi demitido imediatamente após e substituído por Armínio Fraga, um cidadão estado-unidense e empregado de George Soros no Quantum Fund em Nova York.
“A raposa foi nomeada como guarda do galinheiro”. 
Mais concretamente, especuladores da Wall Street ficaram responsáveis pela política monetária do Brasil.
Sob o governo Lula, Henrique Campos Meirelles foi nomeado presidente do Banco Central do Brasil. Ele actuara anteriormente como presidente e CEO numa maiores instituições financeiras da Wall Street. O FleeBoston era o segundo maior credor do Brasil, após o Citigroup. Para dizer o mínimo, ele tinha um conflito de interesses. Sua nomeação foi acordada antes do acesso de Lula à presidência.
Henrique Meirelles foi um firme apoiante do controverso Plano Cavallo da Argentina na década de 1990: um “plano de estabilização” da Wall Street que infligiu destruição económica e social. A estrutura essencial do Plano Cavallo da Argentina foi replicada no Brasil sob o Plano Real, nomeadamente a imposição de uma divisa nacional dolarizada convertível (o Real). O que este esquema implica é que a dívida interna é transformada numa dívida externa denominada em dólar.
Com o acesso de Dilma à presidência, em 2011, Meirelles não foi reconduzido à presidência do Banco Central.
Soberania em política monetária 
O ministro das Finanças Meirelles, sob o “governo” interino, apoia a assim chamada “independência do Banco Central”. A aplicação deste falso conceito implica que o governo não deveria intervir em decisões do Banco Central. Mas não há restrições quanto às “Raposas da Wall Street”.
A questão da soberania em política monetária é crucial. O objectivo do golpe de Estado foi negar a soberania do Brasil na formulação da política macroeconómica.
Raposa da Wall Street 
Sob Dilma, a “tradição” de seleccionar uma “raposa da Wall Street” fora abandonada com a designação de Alexandre Antônio Tombini, um funcionário de carreira do governo, que encabeçou o Banco Central do Brasil de 2011 a Maio de 2016.
Com o acesso de Michel Temer a “presidente interino”, Henrique Campos Meirelles foi nomeado ministro das Finanças. Por sua vez, Meirelles nomeou seus próprios comparsas para chefiar o Banco Central e o Banco do Brasil. Meirelles foi descrito pelos media dos EUA como “amigo do mercado”.
Nomeações económicas de Michel Temer: 
Henrique de Campos Meirelles, ministro das Finanças,
Ilan Golfajn, Presidente do Banco Centrl do Brasil, comparsa nomeado por Meirelles
Paulo Caffarelli, Banco do Brasil, comparsa nomeado por Meirelles
Notas conclusivas 
O que está em causa através de vários mecanismos – incluindo operações de inteligência, manipulação financeira, propaganda nos media – é a desestabilização absoluta da estrutura do estado brasileiro e da economia nacional, não mencionando o empobrecimento em massa do povo brasileiro.
Os EUA não querem tratar ou negociar com um governo soberano reformista e nacionalista. O que querem é um submisso estado proxy dos EUA.
Lula foi “aceitável” porque seguia as instruções da Wall Street e do FMI.
Enquanto a agenda política prevaleceu sob Rousseff, uma agenda reformista-populista era também implementada a qual afastava-se dos fundamentos macroeconómicos patrocinados pela Wall Street durante a presidência Lula. Segundo o director administrador do FMI Heirich Koeller (2003) Lula era o “Nosso melhor presidente”:
“Sou entusiasta [da administração Lula]; mas é melhor dizer que estou profundamente impressionado pelo Presidente Lula” ( IMF Press Conference , 2003).
Sob Lula, não havia necessidade de “mudança de regime”. Luís Ignácio da Silva havia endossado o “Consenso de Washington”.
O afastamento temporário de Henrique Campos Meirelles a seguir à eleição de Dilma Rousseff foi crucial. A Wall Stree não aprovou nomeações de Dilma para o Banco Central e o Ministério das Finanças.
Se Dilma houvesse optado por manter Henrique Meirelles, mais provavelmente o golpe de Estado não teria ocorrido. 
Convém notar que o antigo presidente Lula, o qual tem um relacionamento pessoal estreito com Meirelles, havia recomendado à presidente Dilma que nomeasse Meirelles para a posição de ministro das Finanças como um meio de evitar o seu impeachment.
.
O regime proxy dos EUA em Brasília 
Um antigo presidente de uma das maiores instituições financeiras da América (e cidadão americano) controla as instituições financeiras chave do Brasil e estabelece a agenda macroeconómica e monetária para um país de mais de 200 milhões de habitações.
Isto é chamado um Golpe de Estado… pela Wall Street.
Michel Chossudovsky
01/Junho/2016
 traduzido por Resistir 

CASARÃO DA VILA GUILHERME SERÁ INAUGURADO NO PRÓXIMO SÁBADO. PRESTIGIE ESSA CONQUISTA!

 PROMESSA CUMPRIDA!
UM ESPAÇO DE QUALIDADE
PARA SERVIR A CULTURA DA REGIÃO

O VELHACO TEMER AVANÇA VELOZMENTE PARA SEPULTAR O SUS

Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde do governo Lula e atual secretário municipal da pasta na cidade de São Paulo, afirma que o Sistema Único de Saúde vai acabar “de imediato”, caso o conjunto de medidas de Temer for adiante. 

OCUPAR E RESISTIR EM DEFESA DO SUS. MANIFESTAÇÕES E OCUPAÇÕES ESTÃO EM MARCHA CONTRA O DESMONTE DA SAUDE PUBLICA


 Aposentados e pensionistas se mobilizam pelo retorno do Ministério da Previdência

Atos e ocupações de agências do INSS estão previstos para São Paulo, Rio, Cuiabá, Aracaju, Natal, Recife, Salvador, Minas e Brasília

MANIFESTACAO CONTRA O GOVERNO GOLPISTA DE TEMER ENXOTA A DIREITA DO AUDITORIO DA SUBPREFEITURA DE SANTANA/TUCURUVI


QUANDO O POVO FALA, A DIREITA CALA!
A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS!
E O POVO FALOU ALTO NA SUBPREFEITURA DE SANTANA:
FORA TEMER!

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS PARA BRASIL E PARA A VENEZUELA.

OAS Threatens to Suspend Venezuela While Ignoring Recent Ouster of Brazil’s Dilma Rousseff

Ignorando Golpe de Estado de Rousseff

A Organização dos Estados Americanos anunciou que vai realizar uma reunião de emergência para discutir a pedido dos EUA a possibilidade de suspender a Venezuela por violar a Carta da OEA. 
Secretário Geral da OEA, Luis Almagro disse que a Venezuela tinha sofrido "graves alterações da ordem democrática."

Mas os defensores do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro têm criticado a OEA por alvejar Venezuela, e não ao Brasil, onde a democraticamente eleita presidente Dilma Rousseff foi recentemente derrubada do poder no que muitos descreveram como um "golpe branco". o embaixador da Venezuela junto à OEA, Bernardo Álvarez, falou a "Democracy Now" sobre a situação na Venezuela e as ações da OEA.

NOTA: Esta é a primeira transcrição. A forma final pode ser diferente.

Amy Goodman: Eu sou da Democracy Now !, democracynow.org. . Sou Amy Goodman, quando nos olhamos para a América Latina. 

A Organização dos Estados Americanos anunciou que vai realizar uma reunião de emergência para discutir se um de seus países-membros deve ser suspenso por violar Carta Democrática da OEA. Mas você pode ser surpreendido por o que o país está a ser alvoinacreditavelmente, não é o Brasil, em que a presidente democraticamente eleita Dilma Rousseff foi recentemente derrubada do poder no que muitos descreveram como um golpe. Em vez disso, a OEA está indo atrás da Venezuela, que está no meio de sua pior crise econômica em anos.

Secretário Geral da OEA, Luis Almagro disse terça-feira a Venezuela tinha sofrido, abra aspas: "graves alterações da ordem democrática". Em uma carta, Almagro criticou o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, escrita, abra aspas, "Esqueceram-se para defender a longo prazo em geral e coletivo bom, ao longo de curto prazo ganho individual ... política imoral perde essa visão, porque seu único interesse é permanecer no poder ". O secretário-geral da OEA, Almagro, também acusou Maduro de perturbar a democracia através do bloqueio do Congresso controlado pela oposição e colocando os legalistas no Supremo Tribunal Federal. 

O movimento antidemocratico da OEA, para buscar suspensão de um governo democraticamente eleito é sem precedentes. No passado, a Carta Democrática só foi invocado em golpes, mais recentemente em Honduras após o golpe 2009, contra Mel Zelaya, o presidente democraticamente eleito. Na terça-feira, o presidente venezuelano, Maduro, criticou a OEA por intervir na política venezuelana.

NICOLAS MADURO: A direita internacional realizou um golpe no Brasil, e da Organização dos Estados Americanos ficou em silêncio. Agora eles estão ameaçando a intervir em nosso país - secretário-geral da Organização dos Estados Americanos. Nós vamos dar-lhes combate nas ruas da América Latina e do Caribe. Vamos lutar a batalha pela Venezuela e Brasil, pela independência, pela paz.





Amy Goodman: Enquanto isso, Henry Lisandro Ramos Allup, o presidente do Congresso controlado pela oposição da Venezuela ligada aos EUA, elogiou a ação da OEA.

Amy Goodman: Compare o que está acontecendo na Venezuela, com o que está acontecendo no Brasil, com a remoção da presidente democraticamente eleita Dilma Rousseff e a resposta da OEA para cada um de seus países.

BERNARDO ÁLVAREZ HERRERA: Nós, como você sabe, nós respeitamos todos os países, e nós participamos de uma organização multilateral. Para a Venezuela, Venezuela, juntamente com membros da ALBA, eles emitiram um comunicado, desde o início, e eles dizem que o que temos visto no Brasil é um coup d’état.
Como você disse, o governo do Brasil não levantou a questão da situação política no Brasil na OEA, e o senhor Almagro não fez também. Então, isto também é como, você pode ver, uma moral dupla, como você qualifica situações em países e como você age em alguns países e em outro não. Assim, novamente, eu acho que o que está por trás disso é uma enorme campanha política e da mídia, e tentando desestabilizar o governo da Venezuela. Isto não é novo. Eles vem tentando fazer isso há 50 anos. Eu não vi no passado uma enorme campanha tal qual esta. 

Amy Goodman: Você chama o que aconteceu no Brasil, a remoção do presidente, Dilma Rousseff, um golpe de Estado?

BERNARDO ÁLVAREZ HERRERA: Nós, a Venezuela tem feito isso e tem dito, e não apenas a Venezuela, países da ALBA, eles emitir um "communiqué", e eles disseram claramente que, para nós, foi um golpe de Estado, o que aconteceu no Brasil.

Amy Goodman: Bernardo Álvarez, eu quero te agradecer por estar conosco, embaixador da Venezuela junto à Organização dos Estados Americanos. De 2003 a 2010, ele serviu como embaixador da Venezuela para os Estados Unidos.

Somos Democracy Now!, democracynow.org, "The War  and Peace Report". Quando voltarmos, vamos falar sobre o que aconteceu no Brasil. E o que os Jogos Olímpicos Rio significa? Será que os Jogos Olímpicos do Rio apoia o governo golpista? Fique conosco.