EUA ESTÁ ENVOLVIDO EM CONFLITOS ARMADOS EM 74 PAÍSES




Estados Unidos participa hoje de maneiras diferentes em conflitos armados em 74 países, o que ajuda as forças que favorecem seus interesses como o poder, diz o site alternativo canadense Research Global.

A presença dos EUA é facilitado pela existência de bases militares em países nos cinco continentes.



 Algumas destas instalações ocupam uma área significativa, como na Base Aérea de Al Udeid, no Qatar território, que serve como um posto avançado do Comando Central dos EUA (Centcom), o estabelecimento agora expandindo para acomodar até 10 000 soldados e 120 aeronaves combate e apoio logístico.



A área CENTCOM de responsabilidade, cuja sede é em MacDill Air Force Base, na Flórida, cobrndo 20 países do Oriente Médio, e dedica recursos humanos e financeiros substanciais para os exercícios militares, programas de contraterrorismo, inteligência e apoio logístico.


O Pentágono tem algum tipo de presença militar no Afeganistão, Bahrain, Egito, Iraque, Jordânia, Cazaquistão, Kuwait, Líbano, Omã, Paquistão, Arábia Saudita e Iêmen, entre outras nações.


Washington também mantém instalações militares ao longo de décadas na Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Itália e Reino Unido.


O texto também cita África missões de comando das Forças Armadas dos EUA, que supervisiona as relações militares com 54 países do continente.


De acordo com a Global Research, a administração do presidente Barack Obama aumentou a presença de forças de operações especiais em 60 países, alguns dos quais realizam missões secretas, às vezes sob o pretexto de luta contra a droga.


O artigo observa que Obama permitiu o uso destas unidades em ações que o ex-presidente George W. Bush aprovou durante o seu mandato, por isso aparece como um líder muito mais agressivo, fazendo novas áreas de conflito em todo o mundo.


Esta expansão inclui também o território continental dos Estados Unidos, onde o atual chefe da Casa Branca autorizou o uso de aviões de controle remoto (drones) para realizar execuções extrajudiciais de cidadãos norte-americanos dentro do país, considerando suspeitos de terrorismo, conclui o texto .

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