AUMENTA O NEO-FASCIMO NORTE-AMERICANO

MAIS UM ASSASSINATO

A morte de mais um jovem negro às mãos da polícia provocou uma nova onda de revolta e protestos em várias cidades norte-americanas, particularmente em Minneapolis, onde Jamar Clark, de 24 anos, foi baleado, em 15 de novembro, pelas autoridades, que o consideraram suspeito de um assalto.
A polícia alega que disparou sobre Clark porque este interferiu com a ação de paramédicos chamados ao local para assistir uma das vítimas do suposto assalto, o que, a ser verdade, indicaria que o jovem «suspeito» permaneceu estranhamente dando bobeira no local do crime.
Em todo o caso, atingir um indivíduo na cabeça sem que isso tenha sido importante colocar no BO, até ao momento, conduta violenta com perigo de vida para terceiros por parte daquele, é uma ação que configura abuso de autoridade, justamente o que está na base da investigação federal entretanto desencadeada, merecendo o apoio do movimento Black Lives Matter. 
A presidente da Câmara Municipal, Betsy Hodges, por seu lado, reclama «todas as ferramentas» à disposição das autoridades locais para encetar um apuramento paralelo.

Segundo cálculos avançados pelo The Guardian, durante este ano já foram assassinados às mãos da polícia norte-americana mil indivíduos: 884 baleados, 47 sujeitos a choque eléctrico, 33 atropelados e 36 em circunstâncias diversas sob custódia.

SUPLICY DEBATE A QUESTÃO DO NEGRO NA SUBPREFEITURA DE SANTANA/TUCURUVI

O Secretário de Direitos Humanos, Eduardo Suplicy, compareceu à Subprefeitura de Santana/Tucureuvi para participar de uma roda de conversa sobre consciência negra, direitos humanos e cidadania.

RUSSIA RESPONSABILIZA OS IMPERIALISTAS ALIADOS DO TERRORISTAS

Guerra na Síria e terrorismo
Putin responsabiliza potências ocidentais

Os presidentes da Rússia e da Síria colocaram o «dedo na ferida» ao acusarem as potências ocidentais de serem cúmplices das atrocidades do autoproclamado Estado Islâmic.

O presidente russo denunciou, na Cúpula do G20 que decorreu no passado fim-de-semana na Turquia, que os grupos terroristas que operam na Síria, de entre os quais emergiu o Estado Islâmico (EI), são suportados por cerca de 40 países, alguns presentes naquele fórum. Putin defendeu uma ação concertada aos vários níveis – troca de informações, definição de alvos e aliados no terreno, coordenação de ações militares, corte do financiamento aos grupos terroristas na fronteira turca, quer o «direto» quer aquele que o EI obtém com o contrabando do petróleo (que se estima que renda cerca de 1,5 milhões de dólares por dia), etc. –, cuja urgência, realçou ainda, ficou sublinhada pelos trágicos acontecimentos de Paris. 
A Cúpula dos G20 iniciou horas depois de um atentado reclamado pelo EI ter ceifado, sexta-feira, 13, em Paris, a vida a 130 pessoas e deixado cerca de 400 outras feridas, 99 das quais em estado grave. Na quinta-feira, 12, um outro atentado do EI matou 44 pessoas num bairro no Sul de Beirute, no Líbano. Entretanto, as autoridades russas confirmaram que o derrube do avião russo na província do Sinai, Egito, a 31 de Outubro, que provocou a morte a 224 pessoas e foi também reivindicado pelo EI, se deveu à explosão de uma bomba a bordo.


REALIDADE


Alguns esqueceram que os EUA e a Turquia, a Arábia Saudita, o Catar e outros estados do Golfo Pérsico têm abertamente apoiado (designadamente com treino, fornecimento de armas, mantimentos, assistência médica, livre trânsito e dinheiro) o que consideram ser a «oposição moderada síria», isto apesar de ignorarem que o Pentágono indica, pelo menos desde 2012, que os grupos armados são compostos por todo o tipo de extremistas, e de as vários serviços secretos ocidentais admitirem a presença de mercenários de dezenas de nacionalidades a venda no territorio.
O sustento prestado por Washington à Frente Al-Nusra também é um fato, servindo de exemplo o fornecimento de veículos de fabrico japonês que, posteriormente, foram parar às mãos do EI. Ou ainda o caso dos SUVs como aquelas que se observam em imagens difundidas nos últimos dias mostrando uma caravana do EI em trânsito na Síria sob escolta de um... helicóptero dos EUA.
Às mãos do EI têm ido parar, também, toneladas de material militar lançado por aviões norte-americanos no Iraque, vêm denunciando com insistência as autoridades de Bagdad, cujo ministro dos Negócios Estrangeiros assegura que a França, os EUA e o Irã foram avisados de que estariam entre os alvos imediatos do terrorismo do EI.
Condenando o atentado em Paris, o presidente sírio denunciou que a política francesa no Médio Oriente, e em particular quanto ao EI na Síria e no Iraque, contribuiu para a expansão do terrorismo. «Os atentados terroristas que visaram a capital francesa não podem ser separados do que aconteceu na capital libanesa, Beirute, e do que tem acontecido na Síria nos últimos cinco anos», frisou Bashar Al-Assad.
No final de Setembro, Assad solicitou auxílio russo para combater os grupos de mercenários na Síria. A intervenção aérea de Moscou, segundo dados do Kremlin, já atingiu cerca de 900 alvos e posições do EI e outros grupos jihadistas, permitiu libertar dezenas de cidades e regiões inteiras, recuperar pontos militares estratégicos e provocar a debandada de inúmeros combatentes para a fronteira turca, num total agregado de destruição de 40 por cento da capacidade do EI no território. Algo que a suposta ofensiva da chamada coligação internacional, que inclui os EUA, a França e a Grã-Bretanha, NUNCA HAVIA logrado em meses e meses de alegados bombardeamentos cirúrgicos e intensos.

QUEM DA APOIO AOS TERRORISTAS?



O terrorismo não somente recebeu  200 Toyotas , mas ganhoum helicóptero Apache dos Estados Unidos para escoltar o comboio na Síria. 




40 ANOS DE LUTA PELA LIBERDADE DO POVO DO SAHARA OCIDENTAL


Marcha da ignomínia 
no Sahara Ocidental


Dirigentes saharauís qualificaram como provocatória a recente visita do rei de Marrocos, Mohamed VI, aos territórios ocupados do Sahara Ocidental.
O presidente da Frente Polisário e da República Árabe Saharauí Democrática (RASD), Mohamed Abdelazize, condenou a deslocação do monarca a El Aaiúne, capital do território. Reafirmou a disposição de estabelecer negociações sérias e sem condições prévias, sob a égide das Nações Unidas, tendo em vista uma solução que garanta o direito do povo saharauí à autodeterminação e à independência. E saudou as declarações do secretário-geral da ONU, que voltou a pedir a todas as partes envolvidas na região e à comunidade internacional apoio para as iniciativas do seu enviado especial, visando «um diálogo genuíno» nos próximos meses.
Um comunicado de Ban Ki-moon, divulgado por ocasião da passagem dos 40 anos da ocupação ilegítima do Sahara Ocidental por Marrocos, refere-se ao «sofrimento humano» ao longo destas quatro décadas, avisa que a situação no Noroeste de África é «alarmante» e sublinha a necessidade de «uma solução política aceitável por todas as partes que traga autodeterminação para o povo do Sahara Ocidental».
Um outro dirigente saharauí, Brahim Moktar, advertiu que se não se avançar com uma solução política para o território, existe a possibilidade real do regresso às armas. Em entrevista à agência noticiosa espanhola EFE, este responsável, que desempenha o cargo de ministro da Cooperação da RASD, disse que a intransigência marroquina, somada a 40 anos de exílio forçado de uma parte da população, tem causado a radicalização entre os jovens.Falando em Rabouni, no Sudoeste da Argélia, onde se localizam campos de refugiados saharauis, Moktar advertiu que se não se encetar o processo de negociações que conduza a um referendo, organizado pelas Nações Unidas, os jovens podem pegar em armas «para continuar aquilo que fizeram os seus pais desde 1975 até 1991». A Frente Polisário vai reunir em Dezembro o congresso geral, com a participação de 2500 delegados, a maioria dos quais com menos de 30 anos, para adoptar «decisões cruciais».
Moktar responsabilizou o Marrocos pelo eventual agravamento do conflito do Sahara Ocidental, numa região já com outros focos de tensão – das rivalidades marroquino-argelinas ao ativismo de grupos radicais islâmicos.

Mudar a demografia

Patriotas saharauis denunciaram a visita de Mohamed VI a El Aaiúne, na semana passada, como uma «operação de imagem», a pretexto de comemorar os 40 anos da Marcha Verde, que desencadeou, nos finais de 1975, a ocupação marroquina do território, hoje a última colonia em África.
Brahim Dahane, presidente da Associação Saharaui de Vítimas de Violações Graves dos Direitos Humanos, afirmou que o governo de Marrocos deslocou agora 140 mil pessoas, a maior parte delas «militares e polícias», para garantir «manifestações populares» simpáticas ao monarca nas ruas de El Aaiúne.
Em entrevista ao jornal espanhol El País, Dahane explicou que Marrocos tem implementado uma política economica sistemática com a finalidade de «trazer cada dia mais colonos e modificar a situação demográfica de um território ocupado de forma ilegal». Ao longo destas quatro décadas, considerou, as condições de vida melhoraram «para os colonos marroquinos» mas para os saharauís «nada mudou». Marrocos construiu algumas infra-estruturas «para levar daqui os nossos recursos e para trazer a sua gente».
A Marcha Verde – a invasão do Sahara Ocidental por 350 mil marroquinos, entre colonos e forças armadas – assinalou o começo da retirada da Espanha, a antiga potência colonial, e o início da ocupação ilegal marroquina, que perdura até hoje.
Para os independentistas saharauís, o 6 de Novembro de 1975 é um dia de ignomínia. Na época, o Tribunal de Haia se pronunciou a favor da autodeterminação da população que vivia então no Sahara Ocidental. Marrocos, com apoio da Espanha, que assistia aos últimos dias do franquismo, e pelos interesses imperialistas dos Estados Unidos, lançou-se na ocupação de um território rico em fosfatos e, provavelmente, em petróleo. A Frente Polisário encarou a Marcha Verde como uma invasão e declarou guerra a Marrocos, até que em 1991 foi assinado um cessar-fogo entre as duas partes.

Desde então, uma missão das Nações Unidas está encarregada de acompanhar a situação no terreno e o Conselho de Segurança aprovou várias resoluções, nomeadamente sobre a realização de um referendo, a que a monarquia marroquina reacionária foge, respondendo com a opressão militar e manobras propagandísticas.

PEC 215: PSDB É O AUTOR DESSE ATAQUE AOS DIREITOS INDÍGENAS. A ZN É CONTRA!


A ZN NÃO SE OMITE!
Ricardo Brandão Figueiredo, atualmente no Comando da Subprefeitura de Santana, e os Companheiros da ZN estão engajados nesta luta por direitos

A solidez financeira da cidade de São Paulo tem reconhecimento internacional

Gestão financeira viabiliza investimentos

A solidez financeira da cidade passa a ter reconhecimento internacional, o que possibilita a prefeitura integrar seleto grupo de administrações de baixo risco de crédito. Isso torna a cidade mais atrativa para os investidores interessados em participar de projetos em parceria com o município, como parcerias público privada (PPPs) e de concessões.

PROTESTO NO REINO UNIDO CONTRA FIM DAS BOLSAS DE ESTUDO

Britânicos contra taxas para bolsas
Pelo ensino gratuito
Mais de dez mil estudantes desfilaram, dia 4, pelo centro de Londres contra a eliminação dos apoios sociais, o aumento das taxas e o agravamento dos cortes nas universidades.
O protesto, organizado pela Campanha Nacional Contra Taxas e Cortes (NCAFC na sigla inglesa), teve o apoio expresso de Jeremy Corbyn, novo líder da oposição trabalhista.
Numa mensagem escrita que enviou à NCAFC, Corbyn reiterou a sua promessa de abolir o pagamento das taxas universitárias caso chegue ao governo.
«Sou contra a imposição de taxas e ao seu aumento e sou contra a eliminação das bolsas», escreveu Corbyn, salientando que «agora temos a oportunidade de mudar de rumo, e tornar o Labour numa força que representa a aspiração dos estudantes a uma educação gratuita e acessível».
E lembrou que não existem taxas na Russia, China e Brasil, nem na Escócia, na Alemanha e em 12 outros países europeus. «Continuem a protestar, prossigam a campanha pela justiça. A educação é um direito, não um privilégio», exortou o líder trabalhista.
As taxas universitárias foram introduzidas pelo governo trabalhista de Tony Blair em 1999. Em 2010, conservadores e liberais-democratas, triplicaram o seu valor.
Posteriormente, o sistema de taxas foi alterado com o objetivo de reduzir ou eliminar este tipo de subvenções, sendo criado o polémico regime de empréstimos.
A Campanha lamentou os incidentes ocorridos no final da manifestação, criticando não só os elementos provocadores como também a conduta da polícia que cercou os manifestantes com um cordão de agentes, agrediu e deteve violentamente pelo menos 18 manifestantes.
Reafirmando a sua determinação de prosseguir as ações não violentas pela abolição das taxas, a NCAFC já convocou novo protesto para o próximo dia 17 de novembro e planeia uma greve nacional para início de Fevereiro próximo.

Campanha do PIG para enlamear a biografia do maior líder de massas da nossa história deve ser combatida!



Lula deve denunciar ao mundo a perseguição que sofre


O mundo precisa saber que em pleno regime democrático a mídia do nosso país orquestra uma campanha de criminalização da maior liderança popular do país, um ex-presidente honrado, contra quem não cabe nenhuma acusação consistente e que não responde a qualquer processo na justiça. Tudo é baseado em ilações, conjecturas imbecis, distorções, manipulações grosseiras, mentiras e calúnias.

ALIADOS AMERICANOS BOMBARDEIAM OUTRO HOSPITAL

Novo crime imperialista no Iémen
HOSPITAL BOMBARDEADO

Os Médicos Sem Fronteiras (MSF) exigem que a aliada americana, Arábia Saudita, assuma que destruiu um centro de cuidados médicos da organização humanitária no Norte do Iémen e «se comprometa a facilitar a ajuda humanitária».
O hospital situado na cidade de Haydan foi bombardeado seis vezes a 26 de Outubro pela única força capaz de o fazer, sustenta a organização humanitária, que denuncia que apesar de não haver vítimas mortais a lamentar, a infra-estrutura ficou completamente arrasada e o ataque provocou vários feridos.
Num primeiro momento, a Arábia Saudita, que lidera a coligação responsável pela campanha militar em curso no Iémen, acusou a MSF de ter fornecido ao comando militar saudita coordenadas erradas. Posteriormente, os agressores negaram a autoria da ofensiva e é essa a versão que mantêm.
As Nações Unidas, por seu lado, que através da Unicef também operavam na unidade de saúde visada pelos raides aéreos, corrobora a acusação da MSF. Stephane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, insistiu que «quem controla os céus do Iémen» é que tem de explicar a razão pela qual alvejou uma instalação humanitária, violando o Direito Internacional.
No início de Outubro, um bombardeamento imperialista atingiu outro hospital da MSF, em Kunduz, no Afeganistão, provocando 30 vítimas mortais e dezenas de feridos.
Não deu na Globo, mas a agressão saudita no Iémen, iniciada em Março deste ano, já matou mais de 2300 civis, entre os quais mais de 500 menores, acusam as Nações Unidas. Um dos mais graves crimes ocorridos matou 135 pessoas, na sua maioria mulheres e crianças, que se encontravam numa festa de casamento na província de Taiz.
A barbárie no Iémen deve, no entanto, agravar-se, uma vez que de acordo com informações avançadas pelas forças armadas sírias, aviões da Turquia, Catar e Emirados Árabes Unidos estarão a transportar mercenários do Estado Islâmico, em debandada da Síria, para o Iémen, onde, acrescenta a mesma fonte, servirão de suporte terrestre à operação saudita no território africano.

LUTA CONTRA O RACISMO NA ALEMANHA

Alemães repudiam racismo

Mais de dez mil pessoas marcharam, em 25 de outubro, nas ruas de Colonia, na Alemanha, em protesto contra a concentração de índole racista convocada pelo grupo «Hooligans contra salafitas» (Hogesa), que reuniu cerca de mil participantes.
A contra manifestação foi convocada por numerosas organizações sociais sob o lema «Protege os refugiados e a dignidade humana».
Os protestos acabaram com confrontos entre grupos de extrema-esquerda e a polícia, que utilizou canhões de água para manter os manifestantes separados e deteve pelo menos duas pessoas. As forças de segurança montaram um dispositivo com mais de 3500 agentes.

MONTENEGRO CONTRA A NATO

Milhares contra adesão à NATO
Cerca de 20 mil pessoas fizeram um manifestação no dia  25, na frente do Parlamento de Montenegro, exigindo a demissão do primeiro-ministro, Milo Djukanovic, que se prepara para formalizar a adesão do país à NATO.
Durante o protesto vários manifestantes que tentaram penetrar no edifício foram repelidos com gases lacrimogénios lançados pelas forças da ordem. Dos confrontos resultaram 24 feridos e vários detidos.
Entre os convocantes da ação está a Frente Democrática, que reclama a realização de eleições «livres e democráticas» e se opõe aos planos do governo de aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Já na véspera se tinham realizado manifestações contra a entrada na NATO, decisão que será tomada no próximo mês de Dezembro.
Apesar dos protestos, o primeiro-ministro declarou que não levará em conta as exigências da oposição.
Na pequena República do Montenegro, que se tornou independente da Sérvia em 2006, estão previstas eleições para o próximo ano.

A luta contra a pobreza perde fôlego na América Latina


Desemprego, Pobreza e Exclusão Social  

América Latina é conhecida como uma das regiões do mundo onde a pobreza e a desigualdade foram reduzidas com mais intensidade nas últimas décadas e, apesar disso, não consegue deixar de liderar os rankings de pobreza e disparidade de renda entre os países em desenvolvimento. 

Portugal é o país da UE com a taxa mais elevada de emigração - Mais de 2 milhões de portugueses emigrados


A população portuguesa emigrada representa mais de 20% da população residente no país. Em termos relativos, Portugal é o país da UE com maior número de emigrantes, depois de Malta. 

JEREMY CORBYN BERNARD “PODER DO TRABALHO” - Política trabalhista para uma sociedade decente, igualitária, para todos!





Jeremy Corbyn Bernard (nascido em 26 de maio de 1949)  é um político britânico,  líder do Partido Trabalhista e Líder da Oposição. Ele tem sido o Membro do Parlamento (MP) para Islington Norte desde as eleições gerais de 1983. Corbyn começou sua carreira política em 1974, quando foi eleito para Conselho de Haringey, mais tarde também servindo como Secretário do Islington Partido Trabalhista Constituinte (CLP); continuou sua luta política entrando na Câmara dos Comuns como um MP.