CINCO MILITARES ENVOLVIDOS NA MORTE DE RUBENS PAIVA PODEM PEGAR 37 ANOS DE PRISÃO

Justiça Federal aceita denúncia contra acusados pela morte de Rubens Paiva

Os crimes foram cometidos no Batalhão da Política do Exército, na Tijuca, em janeiro de 1971. Os acusados têm dez dias para apresentar sua defesa.

SUBPREFEITURA DE SANTANA/TUCURUVI INFORMA QUE A BIBLIOTECA SYLVIA ORTHOF VOLTOU A ABRIR AOS SÁBADOS


CONVITE - Biblioteca Pública Sylvia Orthof

A Biblioteca Pública Sylvia Orthof, voltou a abrir aos sábados a partir de 26 de abril de 2014
Avenida Tucuruvi, 808 - Tucuruvi - CEP 02304002

SAMPA - MONUMENTOS RECEBEM ILUMINAÇÃO ESPECIAL

São Paulo visto de cima impressiona de perto encanta! 

Observe a riqueza cultural desta cidade imensidão - Prédios clássicos, pontos turísticos naturais, monumentos históricos, dentre outras inúmeras opções de lindos passeios por SAMPA . Destacamos aqui, alguns lugares que vale a pena conferir nesse período de Copa.  

Iluminação especial durante a Copa do Mundo

AUSTERIDADE CAPITALISTA CAUSA PROTESTOS EM TODA EUROPA

Povos condenam União Europeia
da austeridade e da desigualdade


Uma torrente de protesto varreu a generalidade dos países da União Europeia, esvaziando os partidos sociais-democratas e conservadores, cuja maioria no Parlamento Europeu está hoje mais reduzida que nunca.

Na Alemanha, os democratas-cristãos e os sociais-cristãos (CDU/CSU) venceram com 35,3 por cento dos votos, elegendo um total de 34 deputados, contra 37,9 por cento e 42 deputados somados pelos dois partidos em 2009. Os sociais-democratas, apesar de participarem no governo Merkel, recuperaram eleitorado conquistando 27,3 por cento e 27 deputados (mais 5,6 pontos percentuais e cinco deputados face a 2009). Os Verdes desceram de 12,1 para 10,7 por cento, perdendo três dos seus 14 deputados. O Die Linke (esquerda) baixou ligeiramente de 7,5 para 7,4 por cento, o que lhe terá custado um dos oito deputados de que dispunha. Resultado praticamente idêntico foi obtido pelo recentíssimo partido Alternativa para a Alemanha (AfD), uma formação criada há apenas um ano, que alcançou sete por cento e sete deputados. Entre os outros sete partidos que elegeram um deputado cada, está o partido neonazi NPD, que conseguiu pela primeira vez eleger um deputado ao Parlamento Europeu, dos 96 eleitos pela Alemanha.

Na Áustria, os conservadores do OVP lideraram o escrutínio com 27 por cento e cinco deputados (contra 30% e seis deputados em 2009), seguido de perto pelo Partido Social-Democrata (SPO), que recupera menos de meio ponto percentual (24,1%), mas consegue eleger mais um representante, num total de cinco. A extrema-direita do FPO passa de 12,7 e dois deputados para 19,7 e quatro eleitos. Os Verdes sobem de 9,5 por cento e dois deputados para 14,5 e três deputados. Por último o partido NEOS recolhe 8,1 por cento e elege um deputado.

Na Bélgica, os votos dispersaram-se por uma variedade de partidos, surgindo à cabeça a Nova Aliança Flamenga (nacionalista liberal e ecologista) com 16,35 por cento e quatro deputados, contra 6,1 por cento e um deputado em 2009. Seguiu-se o Open VLD (liberais conservadores), com 12,5 por cento e três deputados; os democratas-cristãos (CD&V) com 12,2 por cento e dois deputados; o Partido Socialista com 11,1 por cento e três deputados, o Movimento Reformador com 10,3 por cento e três deputados; o Partido Socialista Flamengo, com oito por cento e um eleito. Os verdes (Groen na Flandres e Ecolo na Valónia) recolhem respectivamente 6,4 e 4,6, elegendo um deputado cada. Por último o Centro Democrático Humanista elege um deputado (4,3%), o mesmo que a extrema-direita do Vlams Belang, que baixa de 9,8 por cento e dois deputados em 2009 para 4,3 por cento e um deputado.

Na Bulgária, o GERB (centro direita) venceu a eleição com 30,5 por cento e seis deputados, superando os 24,4 por cento e cinco deputados conquistados em 2009. Os sociais-democratas (BSP), no poder, sofrem uma pesada derrota, alcançando apenas 19 por cento e quatro deputados. O DPS, da minoria turca, sobe de 14,2 por cento e três deputados para 17,1 por cento e quatro deputados. Seguiram-se as formações «Bulgária sem Censura», com 10,6 por cento e dois deputados e o Bloco Reformista com 6,4 por cento e um deputado. Sem eleitos ficaram os nacionalistas Ataka, e o NDSV do ex-monarca Simeão.

No Chipre, os conservadores do Agrupamento Democrático (DISY), no poder, venceram com 37,7 por cento e dois deputados. Na segunda posição ficaram os comunistas do AKEL, que baixaram de 34,9 por cento para 26,9 por cento, mantendo no entanto os dois deputados. O DIKO (Partido Democrático) e o EDEK (sociais-democratas) obtiveram um deputado cada, com 10,8 por cento e 7,7 por cento (12,3% e 9,9% em 2009, respectivamente).

Na Croácia, a União Democrática Croata (HDZ), de direita, impôs-se à coligação social-democrata, liderada pelo SDP do primeiro-ministro Zoran Milanovic, recolhendo 41,4 por cento dos votos e seis deputados, contra 29,9 por cento e quatro deputados da formação do governo. O novo partido ecologista ORaH obteve 9,42 por cento dos votos e elegeu um deputado.
Na Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês (DF), antieuropeísta e xenófobo, foi a formação mais votada com 26,6 por cento e quatro eleitos, seguindo-se os sociais-democratas, no poder, com 19,1 por cento e três lugares (20,9% e quatro lugares em 2009). Os liberais perderam um dos três deputados, e baixaram de 19,6 por cento para 16,7 por cento, o mesmo sucedendo com o Partido Socialista do Povo (SF), que desceu de 15,4 por cento e dois deputados para 10,9 por cento e um eleito. Também os conservadores (KF) desceram de 12,3 por cento para 9,2 por cento, mantendo o deputado. Já o movimento popular anti União Europeia (N), que integra o grupo da Esquerda Unitária Europeia, reforçou a sua votação, de sete para 8 por cento, elegendo o seu deputado.

Na Eslováquia, país em que a abstenção atingiu o recorde de 87 por cento, os sociais-democratas do SMER, do primeiro-ministro Robert Fico, ganharam a eleição com 24 por cento e quatro deputados (32% e cinco deputados em 2009), seguindo-se dois partidos democratas-cristãos (KDH e SDKU-DS), com 13,2 por cento e 7,7 por cento, respectivamente, e dois eleitos cada. Outros cinco partidos elegeram um deputado cada, designadamente, os conservadores da «Gente Comum» (OĽaNO), com 7,4 por cento, do Nova – Dohoda (6,8%), do «Liberdade e Solidariedade» (SaS), com 6,6%, e ainda dois partidos da minoria húngara, SMK-MPK e MOST-HID, com 6,5 e 5,8 por cento, respectivamente. A extrema-direita do SNS perdeu o seu deputado não indo além dos 3,6 por cento contra 5,5 em 2009.

Na Eslovénia, a direita (SDS) ganhou as eleições com 24,6 por cento e três deputados, seguindo-se a coligação Partido Popular e Nova Eslovénia (NSi-SLS), com 15,2 por cento e dois deputados. Em terceiro lugar ficou o novo partido Verjamem («Eu Acredito»), com 10,6 por cento e um deputado, à frente do partido dos pensionistas (Desus), com 9,1 por cento e dos sociais-democratas (SD) que baixaram de 18,4 e dois deputados para 8,1 por cento e um deputado.

Em Espanha, os dois maiores partidos sofreram uma hecatombe eleitoral perdendo mais de 5,2 milhões de votos e ficando juntos abaixo dos 50 por cento. O PP conseguiu 26 por cento e 16 deputados (42,2 por cento e 23 lugares em 2009) e o PSOE 23 por cento e 14 deputados (38,5 por cento e 21 deputados em 2009). Como terceira força mais votada surge a Esquerda Plural, constituída pela Esquerda Unida, Verdes e outras formações, com dez por cento dos votos e seis deputados (3,7% e dois deputados em 2009). Outra novidade foi a emergência do partido «Podemos», nascido do movimento dos indignados, que conquistou oito por cento e cinco deputados. Também a União Progresso e Democracia (UPyD) teve um progresso assinalável duplicando a votação para 6,4 por cento e elegendo quatro deputados (2,9 e um deputado em 2009). A Coligação pela Europa, que junta os partidos nacionalistas da Catalunha, País Basco, Canárias e outros, teve um ligeiro crescimento percentual (de 5,1% para 5,4%), mantendo os três deputados. A coligação «Esquerda pelo Direito a Decidir» (EPDD), que inclui, entre outros, a Esquerda Republicana (ERC), a mais votada na Catalunha, obteve quatro por cento e dois deputados. A coligação «Os Povos Decidem» (LPD), que inclui entre outros a força basca Euskal Herria Bilu (HE Bildu) e o Bloco Nacionalista Galego (BNG) elegeu um deputado com dois por cento dos votos. Finalmente a Primavera Europeia (ecologista) recolheu 1,9 por cento e elegeu um deputado.

Na Estónia, o Partido da Reforma (ER), no governo, venceu com 24,3 por cento e dois eleitos, secundado pelos liberais do Partido do Centro (KE), com 22,4 por cento e um eleito. Com um eleito cada ficaram outros três partidos, a saber: IRL (direita) com 13,9 por cento, (SDE) sociais-democratas e a lista independente de Indrek Tarand, com 13,2 por cento.

Na Finlândia, a Coligação Nacional conservadora (KOK), no poder, foi a mais votada com 22,6 por cento e três deputados (resultado similar ao de 2009), seguida pelo Partido do Centro (Kesk), com 19,7 por cento e três deputados, pelos populistas «Verdadeiros Finlandeses» (PS), com 12,9 por cento e dois deputados e pelos sociais-democratas (SDP), que baixam de 17,5 para 12,3 por cento, mantendo os dois deputados. Por seu lado, a Aliança de Esquerda (VAS) sobe de 5,9 por cento para 9,3 por cento, elegendo um deputado que integrará o GUE/NGL. Inversamente os verdes (VIHR) descem de 12,4 para 9,3 por cento e perdem um dos dois deputados. Finalmente os centristas do SFP (RKP) mantêm a votação (6,7%) bem como o seu deputado.
Na França, a Frente Nacional (extrema-direita) ficou à frente dos partidos de direita e da social-democracia, com 24,9 por cento e 24 deputados (6,3% e três deputados em 2009). Na segunda posição ficou a União para um Movimento Popular (UMP), com 20,8 por cento e 20 deputados (27,8% e 29 deputados em 2009), e o Partido Socialista, no poder, com 14 por cento e 13 deputados, a mais baixa votação de sempre dos socialistas (16,5% e 14 deputados em 2009). A coligação dos democratas «Alternativa» (UDI+MoDem) recolheu 9,9 por cento e sete deputados, seguindo-se a Europa Ecologia com 8,9 por cento e seis deputados. Finalmente a Frente de Esquerda soma 6,3 por cento e três deputados a que se junta um deputado eleito pela União do Ultramar. Em relação a 2009, a Frente de Esquerda perdeu um deputado, apesar de ter subido 0,3 pontos percentuais.

Na Grã-Bretanha, o sufrágio foi ganho pelo Partido da Independência do Reino Unido (UKIP), contra a UE, tendo conquistado 24 dos 73 deputados eleitos pelo país e cerca de 27,5 por cento. O UKIP obteve assim mais dois pontos percentuais do que os trabalhistas (25,4%) e mais 3,5 pontos percentuais face aos conservadores (23,9%). Os liberais-democratas foram ultrapassados pelos Verdes, de acordo com os resultados parciais conhecidos à hora do fecho desta edição.

Na Grécia, o Syriza venceu as eleições, afirmando-se igualmente como a formação mais votada na região de Ática, que engloba Atenas e um terço do eleitorado grego, com 26,6 por cento dos votos e seis deputados. Os conservadores da Nova Democracia, no governo, obtiveram 22,7 por cento e cinco deputados (32,3% e oito deputados em 2009). Em terceiro lugar ficou o partido neonazi Aurora Dourada com 9,4 por cento e três deputados (7,15% e dois deputados em 2009), à frente dos sociais-democratas do Pasok, rebatizados de Elia (8% e dois assentos contra 36,6% e oito deputados em 2009) e do novo partido social-democrata Potami (6,6% e dois assentos). Os comunistas do KKE desceram de 8,4 para seis por cento, mas mantiveram os seus dois deputados. Por último, o partido populista e nacionalista «Gregos Independentes» obteve 3,4 por cento e um deputado.

Na Holanda, os sociais-liberais do D66 venceram o escrutínio com 15,4 por cento e quatro deputados (11,3% e três deputados em 2009). Embora praticamente empatados na votação, com 15 por cento, os democratas-cristãos conquistaram mais um deputado, num total de cinco, seguidos pelo Partido da Liberdade (PVV), de extrema-direita, liderado pelo deputado Geert Wilders, que baixou de 17 para 13,2 por cento, embora tenha mantido os seus quatro deputados. O Partido da Liberdade e Democracia (VVD), que governa com o PvdA, manteve a sua votação (11,9% e três deputados), enquanto o Partido Socialista (SP) sobe de 7,1 para 9,6 pro cento e dois deputados, superando em percentagem os sociais-democratas do PvdA, os quais, no entanto, lograram eleger três deputados. A União Cristã-SGP (protestantes calvinistas) recolheu 7,6 por cento dos votos e dois deputados, ao mesmo tempo que os Verdes perdem um dos três deputados, descendo de 8,9 para sete por cento.

Na Hungria, a direita do (FIDESZ-KDNP) venceu com 51,5 por cento e 12 deputados (56,4% e 14 deputados em 2009), seguindo-se o partido JOBBIK (a extrema-direita), com 14,7 por cento e três deputados, resultado similar ao de 2009. Em queda acentuada estiveram os sociais-democratas do MZSP, que recuaram para terceira força com 10,9 por cento e dois deputados (17,3% e quatro deputados em 2009). À Coligação Democrática, de centro-esquerda, que obteve 9,8 por cento e dois deputados, seguiram-se dois partidos ecologistas (E14-PM e LMP), com 7,2 por cento e cinco por cento, respectivamente, cada com um deputado.

Na Irlanda, uma lista de independentes liderou a votação, com 24 por cento, embora só tenha elegido um deputado. Seguiram-se os liberais-democratas do Fianna Fáil e conservadores do Fine Gael. Ambos obtiveram 22 por cento dos votos, mas o primerio elegeu dois deputados enquanto o segundo elegeu quatro. Por seu turno o Sinn Féin teve uma assinalável subida, passando de 11,2 por cento e um deputado para 17 por cento e três deputados. O Partido Verde alcançou seis por cento e um deputado.

Na Itália, o Partido Democrata (PD) teve uma acentuada subida, alcançando 40,8 por cento dos votos e 31 deputados (26,1% por cento e 22 deputados em 2009), deixando em segundo lugar o Movimento 5 Estrelas, do comediante Beppe Grillo, com 21,1 por cento e 17 deputados. Em terceiro lugar vem o partido de Berlusconi Força Itália, com 16,8 por cento e 13 deputados, a Liga do Norte com 6,1 pro cento e cinco deputados e a coligação de direita (NCD,UDC e PPI), com 4,3 e três deputados, e, por último, a «Outra Europa com Tsipras), que obtêm 4.3 por cento e três deputados.

Na Letónia, a coligação governamental «Unidade» (direita) obteve 46 por cento e quatro deputados. Em segundo lugar ficou a coligação Aliança Nacional com 14 por cento e um eleito, seguindo-se o partido Harmonia com 13 por cento e um deputado, a união de agricultores e verdes (ZZS), com oito por cento e um deputado e o partido dos Verdes (LKS) com seis por cento e um deputado.

Na Lituânia os cristãos-democratas (TS-LKD) venceram com uma diferença mínima em relação ao Partido Social-Democrata, no governo, obtendo 17,4 e 17,3 por cento, respectivamente, e dois deputados cada. Seguiram os liberais (LRLS), com 16,2 por cento e dois deputados, o partido «Ordem e Justiça», com 14,27 por cento e dos deputados, o partido trabalhista (DP), com 12,8 por cento e um deputado e, finalmente, o partido da minoria polaca (LLRA), com oito por cento e um eleito.

No Luxemburgo, os sociais-cristãos (CSV) venceram com 37,6 por cento e três deputados, enquanto os Verdes ascenderam ao segundo lugar com 15 por cento e um deputado, à frente do Partido Democrático (direita), com 14,7 e um deputado, e dos sociais-democratas, que descem de 19,4 por cento para 11,7 por cento, mas mantêm o seu deputado.
Em Malta, os trabalhistas mantiveram uma votação expressiva (53%) e elegeram mais um deputado no total de quatro. A segunda força é o partido nacionalista que desceu ligeiramente de 40,49 por cento para 40 por cento, reelegendo os dois deputados.

Na Polonia, o partido «Lei e Justiça» vence em percentagem (32,3%), mas é igualado em número de deputados pela Plataforma Cívica (PO), no governo, que baixou de votação de 44,4 por cento e 25 deputados para 31,34 por cento e 19 deputados. A aliança social-democrata (SLD) recolheu 9,5 por cento dos votos e cinco deputados, o partido dos agricultores (PSL) chega aos 7,2 por cento e cinco, e o partido da Nova Direita (KNP) chegou aos 7,1 por cento e quatro deputados.

Na República Checa, o partido de centro-direita «Ano 2011», que integra a coligação de governo com os sociais-democratas, venceu com 16,1 por cento, seguida de perto pela oposição conservadora TOP 09, com 15,5 por cento e pelos sociais-democratas (CSSD), com 14,1 por cento. Estes três partidos elegeram quatro deputados cada. Os comunistas do KSCM constituem a quarta força, com 11 por cento e três deputados (terceira força com 14,2 por cento e quatro deputados em 2009). Seguiram-se os democratas-cristãos (KDU-CSL), com dez por cento e três deputados e, por último, os democratas cívicos (ODS) com 7,7 por cento e dois deputados (31,4% e nove deputados em 2009).

Na Roménia, os sociais-democratas (PSD), no poder, ganharam o sufrágio com 37,6 por cento e 16 deputados, seguidos ao longe pelos liberais (PNL) na oposição, com 15 por cento e seis deputados, e pelos democratas-liberais (PDL), com 12,2 por cento e cinco deputados. O candidato independente Mircea Diaconu foi eleito com 6,8 por cento, à frente do partido da minoria húngara (UDMR) com 6,5 por cento e dois eleitos e Partido do Movimento Popular, com 6,3 e igualmente dois eleitos. O Partido da Grande Roménia (PRM), de extrema-direita, foi irradiado do hemiciclo perdendo os seus três eleitos.

Na Suécia, o Partido Moderado, no governo, sofreu uma pesada derrota vendo-se relegado para terceiro lugar, com 13,6 por cento e três eleitos, atrás dos verdes que elegeram o mesmo número de deputados com 15,3 por cento, e dos sociais-democratas, a força mais votada, com 24,4 por cento e seis eleitos. Os liberais (FP) foram a quarta força com dez por cento e dois eleitos, seguindo-se os Democratas Suecos (SD) com 9,7 por cento e dois deputados, o Partido do Centro, com 6,5 por cento e um eleito, o Partido da Esquerda (V), com 6,3 por cento e um deputado, os democratas-cristãos (KD), com seis por cento e um deputado e, por fim, a Iniciativa Feminista (anti-racista) que obteve 5,3 por cento dos votos e elegeu um deputado.

HINO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES INSPIRA A LUTA EM SANTA CATARINA

Video apresentado no Encontro Eleitoral do PT-SC 22 de março de 2014

ALEXANDRE PADILHA QUESTIONA A CAPACIDADE GERENCIAL DO PSDB

Temor tucano para as pretenções eleitorais 2014: Crise de abastecimento de água em São Paulo. 

Em São Paulo, a reeleição de governador tucano será fatalmente afetada pelas denúncias de corrupção dos governos do PSDB,  porém, a falta de água no Sistema Cantareira, (que atingiu a marca preocupante de 16% dos reservatórios sem que medidas preventivas fossem adotadas), será verdadeiramente o calcanhar de aquiles.  

UNIÃO AFRICANA - INTEGRAÇÃO PARA ERRADICAR A FOME NO CONTINENTE ATÉ 2025

União Africana - Publicamos texto de importante decisão aprovada por sua XXII Sessão da Conferência de Chefes de Estado e de Governo, em Adis Abeba, Etiópia. 

Nela os líderes africanos firmam seus compromissos para erradicar a fome na África até o ano de 2025.

SE VOCÊ NÃO GOSTA DE POLÍTICA, PELO MENOS NÃO BRIGUE COM A MATEMÁTICA


Vivemos em uma frenética campanha da  mídia monopolizada pelo retorno da direita ao poder. Uma boa parte da “elite” econômica brasileira e uma parcela da classe média (que é vulnerável à doutrinação da mídia e deseja ser e parecer “elite”) luta para derrotar o atual governo, assim viabilizando o retorno do PSDB/DEM ao governo. 

Como a mídia não compara PT x PSDB, achamos útil relembrar alguns resultados do governo tucano.

SUBPREFEITURA SANTANA/TUCURUVI CORTA GRAMA EQUIVALENTE A 60 CAMPOS DE FUTEBOL POR MÊS!

As subprefeituras de São Paulo desenvolvem expressivo trabalho de zeladoria na cidade. Salientamos o grande esforço da Subprefeitura de Santana/Tucuruvi na conservação de parques, praças, jardins e canteiros.

BRASIL - REGULAÇÃO DA MÍDIA EM PAUTA - UMA DAS DIRETRIZES FUNDAMENTAIS DO PROGRAMA DE GOVERNO PT 2014

A América Latina está em ebulição em matéria de regulação dos meios de comunicação.
É uma tentativa de superar a histórica letargia do Estado diante da avassaladora concentração das indústrias de informação e entretenimento nas mãos de um reduzido número de corporações, quase sempre pertencentes a dinastias familiares. Cabe ao Estado um papel regulador, harmonizando anseios e zelando pelos direitos à informação e à diversidade cultural.

A atualização dos marcos regulatórios da comunicação em diferentes países da América Latina mostra vontade política dos governos e apoio da população para dar maior pluralidade e diversidade a um setor estratégico para a consolidação da democracia.

Dia Internacional de Ação pela Saúde das Mulheres e do Dia Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Infantil

Senado debate humanização do parto


Data: 27/05/2014
A secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas da SPM, Vera Soares, falará sobre as ações do governo federal na área de saúde da mulher
As comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal promovem nesta terça-feira (27/05), a partir das 11 horas, na sala 13 da ala Alexandre Costa, um debate conjunto a respeito da humanização do parto no Brasil. O evento faz parte da programação do Dia Internacional de Ação pela Saúde das Mulheres e do Dia Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Infantil, comemorados em 28 de maio. 

Pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), irá a secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas, Vera Soares, falando sobre as ações do governo federal na área de saúde da mulher. Está prevista a participação da ministra Ideli Salvatti, da Secretaria de Direitos Humanos. 
O tema vem despertando interesse graças aos altos índices de cesarianas realizadas em todo o Brasil, além das denúncias de violência obstétrica recebidas pelas senadoras durante o funcionamento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência Contra as Mulheres, em 2012 e 2013.

O Senado já aprovou, em 2013, o PLS 8/2013, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer condições para a realização de partos humanizados em seus estabelecimentos. Pelo texto, o SUS deverá obedecer às orientações técnicas para que ocorra o parto humanizado e permitir a presença de um acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. A matéria aguarda análise da Câmara dos Deputados.

Com informações da Agência Senado

Subprefeitura de Santana/Tucuruvi Planeja Sampa! - Organização do 1o. evento de formação de Conselheiros Participativos

Planeja Sampa



Planeja Sampa tem como meta fazer de São Paulo uma cidade em que predomine a transparência e a participação social.
É o canal eletrônico permanente de interação entre poder público e sociedade civil, no qual o cidadão tem espaço, não apenas para acompanhar a evolução do Ciclo Participativo de Planejamento e Orçamento (CPPO), mas também para participar ativamente do processo.
Nele a população entende os projetos que estão em execução no momento e, em um só lugar, acessa as últimas notícias obtendo explicações objetivas e detalhadas de todo o planejamento da cidade.

ESCRAVO DA LUCRO!


Escravatura

Os trabalhos forçados geram lucros anuais de pelo menos 150 mil milhões de dólares.
Nestlé continua a comprar cacau, e diz quenão  faz as leis que permitem trabalho escravo.
A estimativa feita pela Organização Mundial do Trabalho com base em dados de 2012 indica, ainda, que dois terços daquele montante provêm da exploração sexual, e o restante da escravatura em trabalho doméstico, na agricultura, construção, minas ou indústria.

Cerca de 44 por cento das vítimas de trabalhos forçados são migrantes. Dos 20,9 milhões de pessoas traficadas e sujeitas a escravatura, 18,7 milhões estão no «setor privado». 26 por cento do total são crianças e 55 por cento são mulheres, indicam, igualmente, os cálculos divulgados pela OIT.

TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO - CONCRETIZAÇÃO DA ESPERANÇA SERTANEJA - ÁGUA É VIDA!

Transposição do São Francisco leva água e desenvolvimento ao Sertão Nordestino.



Maior empreendimento de segurança hídrica do País, o Projeto de Integração do Rio São Francisco vai mudar a paisagem árida e a realidade econômica de 12 milhões de pessoas no seco Nordeste.
A transposição do São Francisco levará água para abastecimento humano e irrigação de vastas áreas de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, incluídas em programas de desenvolvimento agrícola.

O projeto é uma das maiores obras de infraestrutura em andamento no País e no mundo. A partir dele, acelerou-se o desenvolvimento da região, onde uma revolução se desenrola a partir das mudanças na economia de pequenos municípios.

PROGRAMAMA PRAÇAS WiFi LIVRE SP chega à área de atuação da Subprefeitura de Santana/Tucuruvi

Até o mês de outubro a prefeitura de São Paulo implantará o esquema de internet grátis em mais 120 praças da cidade!


O uso de internet possibilita uma mudança na relação do paulistano com a cidade. A instalação de internet grátis é o início de um novo momento de utilização do espaço público que estimula o cidadão paulistano a frequentar as praças e parques da cidade.
Para garantir que o sinal seja permanente, a prefeitura implementou o Sistema de Serviços de Tráfego de Última Milha (SIMET) que mede a qualidade da conexão. Qualquer cidadão poderá acompanhar o desempenho por meio do site oficial do projeto.

MOSCOU CONTRA-ATACA!

Acordo estratégico Moscou-Pequim:
uma contraofensiva da frente oriental
Accordi strategici Mosca-Pechino: Controffensiva sul fronte orientale

Enquanto a OTAN convoca no dia 21 em Bruxelas os seus 28 ministros da defesa para a realização de uma força antirussa ao mesmo tempo em que ela intensifica o treinamento de militares e paramilitares de Quieve, o que inclue então os esquadrões que tentaram assassinar o secretário do Partido Comunista ucraniano, e a União Européia lança novas sanções contra a Rússia, a resposta vem não de Moscou, mas de Pequim. 
O presidente Vladimir Putin da Rússia iniciou  no dia 21 a sua visita oficial a China, durante a qual se assinou cerca de uns trinta acordos bilaterais, dos quais o primeiro efeito será o de frustrar o plano de Washington, que tem em vista o “isolar a Rússia de Putin enfraquecendo seus elos econômicos e políticos com o mundo exterior”.
O abrangimento do acordo é estratégico. Um
contrato no valor de 270 bilhões de dólares entre a companhia estatal russa Rosneft e a companhia chinesa “National Petroleum Company” estipula que a Rússia deverá fornecer a China, nos próximos 25 anos, mais de 700 milhões de toneladas de petróleo, enquanto um outro contrato estabelece que a companhia estatal russa Gazprom fornecerá a China, até 2018, 38 bilhões de metros cúbicos de gás por ano, ou seja, cerca de ¼  -um quarto- do que a Rússia fornece hoje a Europa. Tendo também em conta investimentos chineses previstos para 20 bilhões de dólares, os quais tem o seu foco na infraestrutura, Moscou está projetando para fornecer a China, a realização de um óleoduto entre a Sibéria oriental e o oceano Pacífico, ao lado de um gasoduto de 4 000  km. Pequim também está interessado em fazer investimentos na Criméia, e isso especialmente para a produção e exportação do gás natural liquefeito, a modernização da agricultura e a construção de um terminal para a cultura de cereais. Ao mesmo tempo, tanto Moscou como Pequim estão pensando em abandonar o dólar como moeda de intercâmbio na Ásia. Tem-se aqui também que a Rússia está em andamentos para um novo sistema de pagamentos, semelhante ao modelo chinês Union Pay, sistema esse que deverá ser usado em mais de 140 países, colocando-se assim no segundo lugar mundial, depois do sistema Visa.
A cooperação russo-chinesa não se limita ao campo econômico. O presidente Xi Jinping e o presidente Vladimir Putin, fontes diplomáticas anunciaram, irão fazer uma “declaração substancial” sobre a situação internacional. A convergência de seus interesses estratégicos será demonstrada com um exercício conjunto que a marinha da Rússia e da China farão no Mar Chinês Meridional, exatamente depois de nas Filipinas ter sido desenvolvido o grande exercício aero-naval dos Estados Unidos. Também está praticamente concluido o acordo militar no qual a Rússia fornecerá a Pequim o jato de caça de múltiplas funções, o Sukhoi Su-35, submarinos de classe Lada, e ainda os mais avançados sistemas de defesa missílica S-400.
Para sublinhar a convergência de interesses entre Moscou e Pequim, o presidente Putin também age na Conferência sobre as medidas de interação e reforçamento da confiança e lealdade na Ásia, CICA, que presidida por Xi Jinping se realiza em Changai, em 20-21 de maio, com a participação, entre outros, do primeiro ministro iraquiano Nouri al-Maliki, do presidente afegão Hamid Karzai e do presidente iraniano Hassan Rouhani. Essa é uma bofetada na cara dos Estados Unidos depois desse ter gasto nas guerras do Iraque e Afeganistão seis mil bilhões de dólares para ver agora a China economicamente presente nesses países. No Iraque a China compra cerca da metade do produto bruto, ou seja da matéria prima, e faz grandes investimentos na indústria petrolífera; no Afeganistão a China investe sobretudo no sector da mineração, depois dos geólogos do Pentágono terem descoberto ricas jazidas de litio, cobalto, ouro e outros metais. E, entende-se que, quanto ao ferir o Irã, aqui abre-se a possibilidade do desenvolvimento do mesmo ao leste, enquanto a Rússia e a China invalidam de-fato o embargo feito pelos Estados Unidos, e a União Européia.
As coisas não vão melhor para os Estados Unidos na frente ocidental. O prospecto da administração de Obama quanto a uma possibilidade de reduzir de uns 25%, dentro de um decênio, o fornecimento do gás russo a Europa, para ser substituido pelo gás liquefeito natural fornecido pelos Estados Unidos, está se revelando como um bluff. Isso se confirma pelo fato de que não obstante as sanções anunciadas por Berlim, as companhias alemãs continuam a investir na indústria energética russa. A Rma Pipeline Equipment, produtora de válvulas para oleo-e-gasodutos, está fazendo a sua maior planta na região do Volga, na Rússia enquanto a companhia russa Gazprom já assinou  contratos, dos quais entre eles, um de 2 bilhões de euros com a italiana Saipem, Eni, para a realização do gasoduto South Stream-Torrente Sul, que desviando-se da Ucrânia, levará o gás russo através do Mar Negro até a Bulgária e depois a União Européia. Mesmo se os Estados Unidos sucedessem em bloquear essa “Torrente do Sul”, a Rússia continuaria a poder exportar esse gás a China. O caminho para a China já está agora aberto. Esse é através da “Torrente Leste”.

AÉCIO: PÓ OU MATO?

Aécio diz que o PT é especialista

em destruir o PSDB




O pré-candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, atacou neste sábado, em Porto Alegre,
as campanhas de difamação contra ele que circulam na internet e classificou como “guerrilha” os "boatos" sobre ser usuário de cocaina. Indiretamente, o candidato demonstrou sua ignorancia atribuindo a origem dos ataques ao PT.
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Aparentemente, o candidato esqueceu que a imprensa atucanada de São Paulo e do Rio de Janeiro (leia-se Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo) estava muito irritada com Aécio. Apesar de esses veículos e o PSDB acreditarem que Dilma, então praticamente estagnada nas pesquisas, seria mera sparring de dois políticos profissionais como Aécio e Serra, preferia o segundo.
No auge da disputa entre Serra e Aécio, o Estadão publicou artigo de Mauro Chaves, que odia o PT, contendo uma chantagem contra o então governador de Minas Gerais, conhecido por sua vida de “playboy” e sobre quem circulam, há anos, fatos sobre ser usuário de cocaína. O título do artigo que Chaves escreveu e que foi publicado pelo Estadão em 28 de fevereiro de 2010 já dispensaria o resto do texto: “Pó pará, governador”. 
Confira, a íntegra do artigo.

"Eu fico muito feliz em ver que num momento destes o PT não consegue ir para um debate a sério. Temos é que tomar cuidado para não fazer desavisadamente o jogo daqueles que querem trazer a campanha para esse submundo" da minha vida pessoal.
"No que depender de mim, vamos fazer um debate político" evitando o uso de drogas - afirmou durante entrevista coletiva.
O pré-candidato do PSDB à presidência não deu o nome de seu traficante, preço, ou quantidade consumida e continua a negar ser usuário de cocaína à Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo, entretanto ele adimitiu, em uma entrevista à Folha de S. Paulo, ter sido usuário de machonha na adolescência, Aécio, mas disse que se sua relação com as drogas “terminou aí”.


Confrontando os fatos com a realidade, parece ao observador independente, deve concluir que o envolvimento do candidato com o submundo das drogas, faz ele ser o especialista em destruir o PSDB.