OBAMA EM TURNÊ PELO MÉXICO E AMERICA CENTRAL DISCUTIU A VENEZUELA, ENQUANTO O GOLPISTA LEDEZMA FOI A MIAMI BUSCAR APOIO CONTRA A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA


O conselheiro da Casa Branca para o Hemisfério Ocidental, Ricardo Zuniga, disse que houve discussão "da crise política na Venezuela" na turnê de Barack Obama ao México e a América Central

Quem sugeriu essa missão do presidente dos Estados Unidos? Será que o seu OEA? Ou será que Henrique Capriles? Ricardo Zuñiga disse que o Obama afirmava antes da viagem que haveria analise pois declarava: "Tenho certeza que a Venezuela vai ser pauta, pois o conflito venezuelano é um evento importante e está acontecendo nas Américas." 





O conselheiro da Casa Branca Ricardo Zuniga também comentou a  violência na Venezuela, principalmente em relação ao assédio de membros da oposição, bem como as pessoas que querem mais pesquisas sobre "as  anomalias" nas eleições de 14 de abril. Salientamos que Zuniga fez seus comentários com base exclusivamente nas versões feitas exatamente por aqueles que conspiram a crise, a extrema-direita. 
Para consolidar a nova trama montada por Washington contra a Revolução Bolivariana da Venezuela, um dos opositores mais conhecidos de Hugo Chaves,  o golpista Antonio Ledezma, viajou para Miami para  explicar a situação politica da Venezuela. Ele aproveita para desenvolver sua oratória de direita reacionária e difundir mais uma das suas ideias mirabolantes dizendo que  "milhares de votos" emitidos em 14 de abril 2013 foram em nomes de eleitores mortos. Ledezma continua agredindo ativamente a democracia venezuelana quando fala que Nicolas Maduro perdeu apoio popular, portanto as instituições democráticas e os direitos civis estão ameaçados e que a Venezuela "caminha para a ditadura" . Junto com isso, e como se fossem alheios aos fatos, menciona problemas de escassez de alimentos, desvalorização da moeda venezuelana "e da corrupção desenfreada." Essa última foi dito pelo representante de uma facção que lançou junto com restos de Ação Democrática e COPEI, paradigmas genuínos da corrupção política venezuelana. 
A grande conspiração de Washington para a Revolução Bolivariana, que começou em 1999, inicia outro preâmbulo: Tentar converter mais do que nunca a imagem da Venezuela em um pequeno inferno. 


Não é à toa que Nicolas Maduro acaba de revelar que eles planejam matá-lo e desencadeiam um caos nacional como parte do plano gerido pelo ex-presidente da Colômbia, Alvaro Uribe e os americanos Otto Reich e Roger Noriega, venezuelanos ligados à extrema-direita. Mas falta-lhes um pequeno detalhe, a opinião da grande massa venezuelana. O povo está especialmente vigilante porque conhece as conspirações históricas comprovadas desde o início do século XIX. 
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