2013 É O ANO DO BRAZIL MAIS FORTE. FORTALECER BRICS ESTA NA AGENDA DE DILMA!

Brazil 2013 Foreign Policy Outlook: By Ben Tavener
A política externa do Brasil em 2013




RIO DE JANEIRO, BRASIL - Seis das viagens ao exterior da presidente brasileira, Dilma Rousseff, em 2013 já foram anunciados e parecem mostrar uma maior atenção à África e ao grupo de países emergentes, BRICS.
Tal como aconteceu com os 15 países que visitou em 2012, haverá um foco claro sobre economia com potencial de importação e exportação ofertas invariavelmente superando sua agenda de 2013.

Quase a metade das viagens da presidenta foram feitas para países da América Latina em 2012. Ela supervisionou o bloco econômico do Mercosul, uma vez que ganhou dois novos membros - Venezuela e Bolívia - e também suspendeu o Paraguai.


No entanto, Dilma fez quase o mesmo número de viagens para a Europa - especialmente para a Espanha para colocar para fora uma série de acordos comerciais, bem como uma viagem à Rússia em dezembro em face a uma proibição da importação de carne, o principal produto de exportação do Brasil para a Rússia.
Presidente Dilma Rousseff também viajou ao Reino Unido para os Jogos Olímpicos - para a grande final e  viu o Brasil ser entregue o bastão de nação anfitriã olímpica em 2016.
As visitas cimentam a posição do Brasil como nação-chefe e ponte entre América Latina e Europa e, como que para sublinhar este fato, a primeira viagem do presidente de 2013 será para a capital chilena, Santiago, para uma cúpula conjunta de países da América Latina e das Caraíbas Comunidade (CELAC) e da União Europeia, com o objetivo de facilitar o comércio entre as duas regiões.
A presidente também vai viajar para os Estados Unidos para continuar a tradição de que o líder brasileiro da o discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU. Apesar da filiação do Brasil com os países do grupo do "bric" (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul) , a presidente fez apenas uma viagem para a Ásia e nenhum para a África.

No entanto, ambas as regiões estão programadas para adquirir uma maior importância em 2013: a presidente está definida para viajar para a África em fevereiro para participar da Cúpula América do Sul-África, na Guiné Equatorial.

No final de março, os líderes do BRICS se reunirão na África do Sul para a cúpula anual do bloco; Rousseff também deverá viajar separadamente para a Índia, e também para a Rússia em setembro, para representar o Brasil na Cúpula do G20 do mundo 20 principais economias.

Depois de anosrecentemente surgiram frenéticos interesses em torno da economia em expansão no Brasil, o ano passado foi dominado, tanto na midia nacional como internacionalmente, pela especulação sobre se o Brasil seria capaz de voltar ao crescimento, e se o impulso tinha se perdido de seu sistema financeiro.

Presidente Rousseff e o ministro das Finanças Guido Mantega têm sido extremamente defensiva de políticas do Brasil para estimular o crescimento,  e criticaram outras nações por serem excessivamente protecionistas.


O Brasil tem continuamente chamado os "países ricos" (da sua posição como a sexta maior economia do mundo) para, como o Brasil, fazer mais para colocar as suas economias de volta ao crescimento sustentado, recordando, em particular os países que implementam a flexibilização quantitativa, como os EUA, com duras críticas.

Foi também um ano em que a economia brasileira próprio passou por uma queda em suas próprias fortunas financeiras, com o crescimento do PIB estimado em 1,0 -1,5 por cento - menor do crescimento de 7,5 por cento visto em 2010. O governo manteve-se otimista, porém, não se sabe se o crescimento de pelo menos quatro por cento pode ser obtido após o 2012 sombrio causado pela Europa, o crescimento de pelo menos quatro por cento irá provar um ponto-chave de interesse para os economistas e comentaristas em 2013.


O novo ano parece ser um em que o Brasil retorna interesse aos países africanos e também começa a fazer incursões maiores em outras partes da Ásia. Contudo, a Europa continuará certamente a ser  interesse crucial para o Brasil, como muitos de seus países permanecem em grandes dificuldades econômicas e têm um impacto direto sobre a economia mundial e brasileira.


Com a enorme importância do Brasil no cenário mundial e cada vez maior, e a presidente  Dilma Rousseff agora uma das vozes mais poderosas do mundo, comentaristas dizem que mais atenção está sendo dada a política externa do Brasil, e também ao governo brasileiro que está tendo que ser mais consciente do que nunca sobre os destinos de sua  presidente em visitas ao exterior.


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