Domingo, 19 de abril de 2015 - Dia da jornada mundial de solidariedade a Venezuela

 
Realizam neste domingo jornada mundial de solidariedade a Venezuela  
 
Caracas (Prensa Latina) - Venezuela recebe o apoio de diversas organizações e movimentos sociais do mundo que se unem para uma jornada de solidariedade internacional, convocada pelo Foro de Sao Paulo.
 
Segundo a secretária executiva desse foro, Mónica Valente (PT), neste domingo é o aniversário de 205 anos da independência venezuelana da então metrópole espanhola.

Por isso, organizações de esquerda escolheram o dia para realizar mobilizações na França, Espanha, Bélgica, Portugal e Rússia, ainda que poderiam ser somado outras nações, adiantou.

Até a data já há confirmados concertos na cidade boliviana de Cochabamba e outras concentrações populares em Cuba, Brasil, Equador, Argentina, Guatemala, El Salvador, Chile, México, Porto Rico e em Trinidad e Tobago, precisou. Dessa forma, disse Valente, em diferentes latitudes exigirão a derrogação da ordem executiva do passado 9 de março do presidente estadounidense Barack Obama, que considerou à nação sul-americana uma ameaça.

O Partido Comunista da Venezuela também convocou os agrupamentos internacionais a desenvolver este 19 de abril em várias capitais do mundo manifestações em rejeição à ingerência norte-americana.

As federações Sindical Mundial, de Juventudes Democráticas, Mundial de Mulheres, a Organização Continental e o Conselho Mundial da Paz, entre outros, participarão nas concentrações, detalhou o dirigente comunista Carlos Aquino.

O chamado vai dirigido a associações como essas para enviar uma mensagem ao imperialismo norte-americano e europeu, explicou.

Segundo manifestou, o povo venezuelano não está só no mundo, as forças internacionais de paz respaldam o processo socialista aqui e a legitimidade do governo de Caracas.
Contra a sabotagem econômica
Venezuela socialista radicaliza novas medidas contra a sabotagem imperialista mercenária
 
Caracas, 18 abr (Prensa Latina) Venezuela procura radicalizar seu processo socialista: assim convocou o presidente, Nicolás Maduro, nesta semana ao anunciar novas medidas para acabar com as sabotagens que tentam desestabilizar a nação e gerar mal-estar no povo. Grupos de direita com apoio externo promovem desde o ano passado uma guerra econômica, recordou e exortou a aplicar novas regulações contra essas atividades.

O presidente pediu ao vice-presidente executivo Jorge Arreaza requisitar aos empresários locais a prestação de contas das divisas alugadas, as quais iam dirigidas à importação de produtos impossíveis de serem adquiridos no país.

"Quem não possa comprovar sua atividade econômica que se vá. Quem encontremos em conspirações será preso a pagará por isso, já basta".

Ao cumprir dois anos de seu gerenciamento como Presidente, Maduro assegurou que o povo continua no rumo do presidente Hugo Chávez porque segue leal a suas ideias, mesmo com os ataques.

"Há que assumir com moral, ética e disciplina o compromisso de derrotar qualquer atentado contra Venezuela como o fez o povo em 13 de abril de 2002, quando venceu o golpe de Estado contra Chávez".

Vamos centrar em todos os aspectos da produção, parte por parte, em assuntos referidos ao funcionamento do Cencoex (Centro de Comércio Exterior), dos portos e relacionados com as importações necessárias, informou.

Como parte dos esforços dirigidos a enfrentar a sabotagem econômica, o executivo intensificará os controles na área de distribuição, comercialização e estabilização de preços.

Entre os principais objetivos das novas medidas figuram as grandes indústrias, os centros da economia produtiva e as empresas de serviço, indicou o Presidente.

Também entre as medidas destacam o ajuste no montante de atribuição de dólares para viagens ao estrangeiro e a modificação no uso da cota eletrônica de divisas para compra no exterior.

Maduro informou que impulsionará, mediante Lei Habilitante, modelos de gerenciamento operária socialista nas empresas básicas de Estado: o fim é estimular a produção, o crescimento e o desenvolvimento dessas indústrias, em função do país.

No entanto, continua o respaldo à nação sul-americana que não só enfrenta ataques econômicos e políticos de sua oposição interna, como também enfrenta agressões externas como a mais recente ordem executiva de Estados Unidos.

De Caracas, o Foro de Sao Paulo declarou como "uma grave agressão política contra todos os países latino-americanos e caribenhos".
  
 
       
 
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