POLÊMICA MIDIÁTICA DOS CORREIOS - PIG TENTA MAIS UMA TRAMOIA PARA GOLPEAR A DEMOCRACIA.


O PSDB quer pedir cassação da candidatura de Dilma por polêmica nos Correios. Claro que é mais um puro golpismo midiático, que insiste em se travestir como defensor da “liberdade de imprensa”. Mas este império não tem moral para falar em democracia.
Ele clamou pelo golpe de 1964, construiu o seu monopólio com as benesses da ditadura e tem a sua história manchada pelo piores episódios da história do país – como quando escondeu a campanha das Diretas-Já, fabricou a candidatura do “caçador de marajás”, defendeu o modelo destrutivo do neoliberalismo ou criminaliza os movimentos sociais.
Segundo a Revista Veja, o midiático tucano Aécio Neves e o candidato ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de Dilma e do candidato petista ao governo de Minas, Fernando Pimentel.
De acordo com a publicação, os tucanos vão recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao MPF (Ministério Público Federal) com um pedido de investigação judicial eleitoral para que elas apurem se os Correios boicotaram a campanha de Aécio.
As “falácias tucanas” são baseadas em depoimentos colhidos pelos próprios tucanos em que eleitores dissertam que não receberam o material de campanha de Aécio Neves.

A verdade é que não só o funcionalismo público adere à campanha Fernando Pimentel (PT) ao governo de Minas Gerais. O povo mineiro vai mudar!

Fernando Pimentel
"Quais as obras que eles (tucanos) entregaram em 12 anos? Não vale aeroporto na fazenda do titio"
AEROPORTO
"A Anac tem uma função e ela tem que cumprir. Trata-se agora de investigar e quem tem que dar explicações que dê"
Fernando Pimentel, em 28/7/2014

"O estado tem falhado na área de saúde, ao contrário do governo federal, que tomou diversas iniciativas. Quando prefeito, tive uma experiência de sucesso" . O governo dPSDB em 12 anos não entregou nenhum hospital regional para os mineiros. Em vez de novos hospitais, o próximo governador vai herdar oito obras inacabadas. 


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