SÁTIRAS ANTI-ISLAMISTA E FILME INTERVIEW DESENCADEIAM ÓDIO E RAIVA

Jesus bêbado, homossexual, pedófilo e nu é engraçado? 

PROVOCAÇÃO AOS MUÇULMANOS  - A França tem a maior comunidade muçulmana da Europa, com aproximadamente 5 milhões de muçulmanos.
Qualquer agressão aos muçulmanos certamente desencadeia situação perigosa. A hostilidade da revista francesa Charlie Hebdo que publicou em 19/09/2012, os 19 desenhos sobre o filme americano Innocence of Muslims (Inocência dos Muçulmanos) irritou profundamente os islamitas.
Clipes do filme mostram uma produção desconexa, retratando o profeta muçulmano Maomé, várias vezes, como um mulherengo, um homossexual, um molestador de crianças, um tolo, um falso religioso e sanguinário.  Para os muçulmanos, as charges do profeta ofenderam Maomé. Para podermos avaliar a gravidade das ofensas, sugerimos trocar Maomé por JESUS CRISTO: Jesus bêbado, homossexual, pedófilo e nu, será que seria engraçado? 
Durante a Idade Média, os europeus fizeram Cruzadas para libertar Jerusalém dos infiéis islâmicos, mas passaram no fio da espada até cristãos e judeus que viviam na Terra Santa. 
Atualmente a ganância quer atingir a ira dos árabes com brincadeiras aparentemente inocentes, objetivando provocar conflitos. É a gula pelo petróleo.


Muçulmanos condenam ataque ao jornal Charlie Hebdo





Capa de uma edição da revista francesa Charlie Hebdo

Capa de uma edição da revista francesa Charlie HebdoYoan Valat
O atentado (07/01/2015) praticado por três homens encapuzados e fortemente armados provocou pelo menos 12 mortos, dizimando a redação do Charlie Hebdo. Stéphane Charbonnier, 47 anos, conhecido como Charb e diretor da publicação, Jean Cabut, 76 anos, Georges Wolinksi, 80 anos, e Verlhac Bernard, 58 anos, conhecido como Tignous, incluem-se entre as vítimas do ataque.
Segundo testemunhas, os agressores gritaram “vingamos o profeta”, disse um policial. O CFCM expressou a sua “solidariedade” com as vítimas e as suas famílias “face a um drama com dimensão nacional”.
“Num contexto político internacional de tensões alimentado por delírios de grupos terroristas que se aproveitam injustamente do islão, apelamos a todos os que estão associados aos valores da República e da democracia que evitem as provocações que apenas servem para jogar gasolina no fogo”, disse o conselho.
O CFCM apelou à comunidade muçulmana “para permanecer vigilante face às eventuais manipulações proveniente de grupos com objetivos extremistas, quaisquer que sejam”.
Num comunicado distinto, a União das Organizações Islâmicas de França (Uoif), próxima da Irmandade Muçulmana, condenou “da forma mais firme este ataque criminoso e estas mortes horríveis”.
Em declarações à AFP, o grande rabino de França, Haim Korsia, referiu-se a um “tempo de luto onde todos devem estar unidos”.
“Neste momento precisamos de união nacional e defender o conjunto das nossas liberdades, incluindo a liberdade de expressão”, destacou o chefe religioso da primeira comunidade judaica da Europa, com 500 mil a 600 mil representantes.
“De seguida será necessária uma resposta forte do Governo, porque numa sociedade democrática é a força legítima que domina a violência”, afirmou ainda.

PROVOCAÇÃO A CORÉIA DO NORTE - A Coréia do Norte ameaçou "retaliar sem piedade" os Estados Unidos se o Governo americano nada fizesse para impedir o lançamento do filme intitulado "The Interview", que tem como história o assassinato de Kim Jong-un por dois norte-americanos. A ameaça surgiu na agência estatal norte-coreana, KCNA, de um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano que afirmou que o lançamento do filme significaria um "ato de guerra" contra o seu país. Trata-se de uma comédia com James Franco e realizada por Evan Goldberg e Seth, produzida pela Columbia/Sony Pictures. No entanto, o governo norte-coreano não está rindo com essa comédia. "Produzir e realizar um filme cujo argumento é uma tentativa de atingir o nosso líder máximo é o mais grosseiro ato de terrorismo e guerra e não será tolerado", diz o referido porta-voz, segundo a KCNA citada pela BBC. Para o mesmo responsável, esta produção cinematográfica é uma "insana provocação dos EUA" que está a espoliar uma reação de "ódio e raiva" no povo norte-coreano. "Se a administração norte-americana permitir e defender a exibição do filme, haverá uma retaliação sem piedade", acrescenta a mesma fonte.


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