DEU NA REUTERS: BRASIL 2012 VAI SER AINDA MELHOR!

Brasil espera um maior crescimento em 2012.

Brazil economy seen growing faster in 2012

Em meio a dificuldades de crescimento economico e futuro cauteloso nos EUA e na Europa, o gigante da amazonia anunciou em Mumbai, no dia 02 de fevereiro, a Reuters, que a economia brasileira deve expandir mais rápido em 2012 do que no ano anterior. 
O banco central do país disse na quinta-feira, que ajudado pelos cortes nas taxas de juros o Brasil apresentara um crescimento econômico superior a 2011. 
Alexandre Antonio Tombini, que falava aos jornalistas nos bastidores de uma conferência bancária em Mumbai, disse que o crescimento econômico estaria perto de 3 por cento em 2011. Uma taxa de câmbio sobrevalorizada, altos impostos e outros custos têm mantido baixa a produção industrial no Brasil durante a maior parte dos ultimos dois anos, apesar de um boom econômico em outras áreas da economia, tais como gastos do consumidor.

"A economia está ganhando velocidade enquanto conversamos e no Brasil é previsto um crescendo maior em 2012 do que em 2011 e crescendo mais na segunda metade do ano do que no primeiro semestre por causa de defasagens envolvidas na política monetária", disse Tombini. O banco central disse na semana passada que mudanças estruturais na economia brasileira estão ajudando a pavimentar o caminho para taxas de juros mais baixas, um mar de mudanças para um país que tem tido por muito tempo um dos custos mais altos de empréstimos do mundo. Em sua ata divulgada final de janeiro, o banco central disse que iria manter os cortes nas taxas em um único dígito.

O banco cortou sua taxa de referência Seltic em meio ponto percentual, para 10,5 por cento em 18 de janeiro. Foi a quarta redução consecutiva desde agosto. Tombini disse que há espaço para flexibilização monetária adicional sem comprometer a meta do banco central de inflação de cerca de 4,5 por cento em 2012.
Economistas privados prevêem inflação provavelmente vai terminar o ano em torno de 5,8 por cento, abaixo da inflação do ano passado, mas bem acima do centro da meta oficial. Tombini disse que os ganhos no real, que aumentou consideravelmente em 2012, foram em conformidade com outras moedas. "2012 começou com uma nota otimista, na medida do que diz respeito aos mercados.

Então, isso é refletido em moedas ao redor do mundo, o real incluído." Tombini disse que as reservas do país em divisas foram modestas em comparação com o tamanho da economia e em outros países.

Desemprego

Enquanto no Brasil o desemprego em sete regiões metropolitanas apresentou redução em 2011, fechando em 10,5%, contra 11,9% do ano anterior, segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego, divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com uma taxa geral de desemprego do país no ano passado de 6%, a menor da série histórica do instituto; nos EUA o desemprego deverá manter-se estável em 8,5%, em 2012.
Tanto nos EUA como na Europa a criação de empregos quase não acompanha o crescimento da população adulta.

Crescimento Econômico


As estimativas iniciais apontam para um crescimento econômico nos EUA, no quarto trimestre, de 2,8 por cento uma decepcionante média de apenas 1,7 por cento para todo ano de 2011. Nos últimos meses, a despesa das famílias ultrapassou o crescimento de sua renda, dívida empilhados, e alguns retração na atividade de consumo está ocorrendo agora.

Ao contrário dos anos anteriores à crise financeira, as famílias não são capaz de refinanciar a dívida de cartão de crédito e empréstimos para automóveis por mais casas, oneração e aumentando o serviço da dívida vai obrigar os consumidores a diminuir em 2012.
As condições economicas nos EUA são medíocres e as empresas privadas cautelosas, o crescimento da produtividade pode deslizar nas compras de equipamentos e computadores, estes são mantidos além da sua vida economicamente útil.
 Em 2012, o desemprego pode ser mantido constante, com um crescimento de 2,5 por cento ou até mesmo 2 por cento. Muitas empresas continuam relutantes em contratar. Elas não esperam uma recessão, mas estão se preparando para o medíocre crescimento persistente nos Estados Unidos, um crescimento mais lento na Ásia e uma recessão historica na Europa. A dominante competitividade do BRICS coloca ainda mais barreiras para a recuperação economica americana. 
Muitas empresas se contentarão modestamente com a crescente demanda dos do BRICS com uma menor força de trabalho, usando a exploração do trabalho como estratégia para aumentar os lucros. A economia dos EUA que vem se deslocando ao longo de um crescimento de 2 por cento é como um avião voando a baixa altitude.
Em um ambiente estável, o avião pode continuar, mas o menor obstáculo inesperado e o avião pode cair. Um obstáculo de altura pode surgir em breve na Europa ou na China, por que ambos enfrentam, para pior e para melhor, formidáveis ​​mudanças em 2012.
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