TARANCÓN: VIVA A AMÉRICA LATINA DE TODOS OS POVOS DO MUNDO!

O Tarancón
Formado no Brasil no ano de 1972 por integrantes de diversos países latino-americanos, o Grupo Tarancón objetivou divulgar a diversidade cultural da América Latina em suas canções. Seu repertório, caracterizado como folclórico e de protesto, une instrumentos originados nos Andes, violão e baixo elétrico. A formação original tinha Miriam Miràh, Emílio de Angeles Nieto, Marli Pedrassa, Alice, Halter, Jica Nascimento e Turcão.
O grupo já lançou nove discos e atualmente é formado por Emílio de Angeles (voz e sopros), Jica (voz e percussão), Silvio Luna (voz e cordas), Pedro Castanharo (percussão) e Jorge Miranda (baixo e cordas).
O nome do grupo, Tarancón, era também o nome de uma mina de carvão na Espanha que desabou ocasionando a morte de muitos trabalhadores (história contada na canção En la mina el Tarancón). Unindo instrumentos andinos como a quena (flauta de bambu), a zamponha (flauta de pan), a tarka (flauta no formato de totens), o bombo leguero (bumbo de pele de ovelha), o charango (bandolim feito com casco de tatu), ao violão e baixo elétrico, o grupo fez uma inteligente síntese entre os sons do folclore e do cancioneiro latino-americano.
Grupo pioneiro a mesclar musica brasileira com a latino-americana. Começou sua trajetória no inicio da década de 70 e até hoje mantém seu principal meio de comunicação: O “boca a boca”.


“...O trabalho do Tarancón nasce das culturas indígenas, passa por cordilheiras, cachoeiras, desce por lados mineiros e do interior do Brasil, chegando a entrar na Amazônia.”
(Jornal de Domingo Campinas)


Mesclar os sons de Violeta Parra e Chico César, de Atahualpa Yupanqui e Marlui Miranda, misturar chacareras argentinas, xotes, baião, bailecitos bolivianos, guaranias e huaynos peruanos, guajiras centro-americanas, rumbas, afoxés, são a marca do Tarancón junto com seu instrumental.

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