ASSISTA O MARAVILHOSO E EFETIVO DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA NA ONU


Na ONU, Dilma propõe governança global para internet, ressaltando o escandaloso comportamento de espionagem de informações pessoais, empresariais e governamentais sofridas pelo Brasil de nações ditas amigas.
"Repudiamos intervenções unilaterais sem autorização do Conselho de Segurança", ela diz.
É preciso calar a voz das armas, afirma Dilma sobre conflito na Síria. "Dois anos e meio de conflitos causaram o pior desastre desse século. É preciso impedir a morte de inocentes"
Dilma salienta o importante papel da organização no mundo e critica a atual falta de representatividade dos países, notadamente os países em desenvolvimento, no Conselho de Segurança da ONU. "É preocupante a limitada representação do Conselho de Segurança da ONU, face os novos desafios do século XXI" Dilma declarou que os conflitos no Oriente Médio devem ser resolvidos, apoiando todos os esforços diplomáticos contra armas. Citou como positiva a negociação entre a Rússia, USA e Síria.
Dilma falou sobre os 5 pactos lançados pelo governo federal p/ melhorar serviços nas áreas de educação, saúde, transporte, política e fiscal.
"A história do séc. XX mostra que o abandono do multilateralismo é prenúncio de guerra". Apelou por "ampla conjunção de vontades políticas"



Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff defendeu um marco civil global para a governança e uso da internet, além de medidas que garantam efetiva proteção dos dados. Segundo Dilma, mecanismos multilaterais precisam garantir cinco princípios para a rede mundial de computadores: 1) liberdade de expressão, privacidade do indivíduo e respeito aos direitos humanos; 2) governança democrática; 3) universalidade para construção de sociedades inclusivas e não discriminatórias; 4) diversidade cultural e 5) neutralidade da rede. A presidenta reafirmou repúdio às atividades de espionagem eletrônica que violaram dados de cidadãos, inclusive da própria presidenta, e de empresas brasileiras. De acordo com Dilma, os argumentos de que interceptações ilegais destinam-se a proteger as nações contra o terrorismo não se sustentam e que o Brasil vai propor leis, medidas, tecnologias e mecanismos para proteção de comunicações e dados. A presidenta também falou sobre outros temas como o conflito na Síria, o ataque no Quênia, a ampliação da representatividade no Conselho de Segurança da ONU, além da redução da desigualdade social e da mortalidade infantil no Brasil.
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