DILMA NA ALEMANHA: O meio ambiente esteve na Pauta das conversações - Projeto de Proteção na Amazonia

Merkel e Rousseff reafirmam

Projeto de Proteção na Amazonia

Parceria para a proteção da floresta equatorial

Num projeto de pesquisa no Amazonas, cientistas alemães e brasileiros investigam o ecossistema da floresta equatorial e desenvolvem estratégias para a proteção climática. Geógrafos da Universität Göttingen estão coordenando um amplo programa de pesquisas na região amazônica. Pontos centrais são a análise e o desenvolvimento de métodos para melhor armazenamento de carbono em solos, a redução dos gases do efeito estufa e a preservação de importantes aspectos do ecossistema, como fertilidade do solo e qualidade da água.
O projeto conjunto com o nome “carbiocial” integra o programa-quadro “Pesquisa para o Desenvolvimento Sustentável” (FONA) do Ministério da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF) e apoia a estratégia de sustentabilidade e as metas de proteção climática do governo alemão. O BMBF fomenta o projeto com 6,15 milhões de euros em cinco anos. Ao lado da Universität Göttingen estão envolvidos outras nove universidades alemãs, dois centros Helmholtz e numerosos parceiros brasileiros. Os pesquisadores querem desenvolver um modelo que mostre, a agricultores, autoridades ambientais e instituições de pesquisa, cenários futuros para a região amazônica, aspectos relativos à proteção climática, a partir de diferentes alternativas de uso da terra.
Os cientistas estão pesquisando principalmente nos Estados brasileiros do Mato Grosso e do Pará. Os cientistas do Departamento de Ecologia da Paisagem do Instituto Geográfico da Universität Göttingen investigam, como pontos centrais de pesquisa em sua parte do projeto, os temas degradação dos solos (deterioração da qualidade dos solos), recursos hídricos em regiões de captação em relação a alterações no uso da terra, assim como mudanças climáticas. Além disso, eles estão elaborando modelos sobre emissões de gases estufa e realizando diversas medições.
Dilma discurso em Hannover
Brasil é o País tema da Feira Internacional
das Tecnologias da Informação e das Comunicações

O Brasil é o parceiro oficial deste ano dos maiores da Europa Informática comércio justo, a CeBIT, que acabou começou em Hanover. É um país cheio de potencial - para aqueles que sabem aproveitá-la.
O setor de tecnologia da informação na maior nação da América do Sul está crescendo.
De acordo com um relatório da consultoria internacional Frost & Sullivan, as indústrias brasileiras de serviços de TI apenas gozava cerca de US $ 11 bilhões (8,3 bilhões de euros) do volume de negócios em 2011. Isso representou um aumento de 12 por cento em comparação com o ano anterior.
O crescimento económico médio no Brasil roda a em torno de quatro por cento, tornando o setor de TI uma das áreas mais atraentes para investimentos no país. Brasil tem particular especializada em tecnologia bancária. Isso remonta a uma iniciativa, iniciada há sete anos na América Latina TI feira de comércio Ciab Febraban, para criar o chamado "espaço para a inovação" no país.
O foco está em melhorar a segurança de TI para os bancos.
A presidenta Dilma Rousseff participou, em Hannover, na Alemanha, da cerimônia de abertura da Feira Internacional das Tecnologias da Informação e das Comunicações (CeBIT 2012), no Centro de Convenções da cidade alemã. O Brasil é destaque este ano na Cebit, que é maior feira do mundo na área de tecnologia da informação. Ao lado da chanceler alemã, Angela Merkel, a presidenta Dilma Rousseff assistiu o discurso de abertura da feira, feito pelo presidente do conselho de administração do Google, Eric Schmidt. 
Em seu discurso, a presidenta do Brasil destacou a importância da inclusão digital e a opção do Brasil pela tecnologia como ferramenta para educação e opção do Brasil pela tecnologia como ferramenta para educação e desenvolvimento.
NÓS NÃO ACEITAMOS
TSUNAMI MONETARIO!
Dilma garante posição proativa no sentido de colaborar com o equilíbrio macroeconômico
Logo depois de visitar o pavilhão do Brasil na CeBIT 2012, a maior feira de tecnologia da informação e comunicação do mundo - que ocorre em Hannover, na Alemanha -, a presidenta Dilma Roussef conversou com a imprensa. Ao lado de Ângela Merkel, disse ter manifestado à chanceler alemã a preocupação do Brasil com a expansão monetária por parte dos países desenvolvidos e a decorrente desvalorização das moedas. Como consequência, os países emergentes têm visto suas taxas de crescimento diminuir, afirmou a presidenta. Dilma garantiu que o governo brasileiro terá um posição proativa no sentido de ampliar cada vez mais a taxa de crescimento do país de forma sustentável, respeitando o equilíbrio macroeconômico com finanças públicas e uma estrutura fiscal sólida. Ela também afirmou ser a favor da maior participação e contribuição do Brasil nas cotas do Fundo Monetário Internacional (FMI), desde que exista uma proporcional mudança na participação dos países emergentes na direção da instituição.
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