HOJE O FUTURO DO POVO BRASILEIRO FICOU SINISTRO - BANDO DE JABURUS E AVES DE RAPINA ASSUMEM O PODER!


O PIG DO INSTITUTO MILLENNIUM + PMDB do Pato/FIESP + ALIADOS DA ÁGUIA DE USA/Privataria Tucana PSDB e seus comparsas dos negócios nervosos de investimentos $$$$$$$, " famosa jogatina neoliberal de bilhões especulativos", passaram as mãos na bunda do povo com aquela maior cara de pau de sempre e comemoram o sinistro governo do Michel Temer e o fim de um governo democrático. 

Enquanto a resistência está nas ruas, o Palácio Neoliberal do Jaburu, "que virou o quartel general da conspiração antidemocrática", traçou projetos e planos bem negociados $$$$$$ que provocam calafrios para todo o povo brasileiro. 

Ninguém aguenta mais ouvir essa imprensa golpista  (PIG) financiada por bilionários $$$$$$$ panfletar a todo instante que o Michel Temer formará o novo governo de coalizão.

Como é ridículo esse teatro das hipocrisias e falsidades.

O fato é que essa turma do PMDB está encastelada na Esplanada desde o fim da ditadura militar. É ou não é uma piada dizer que o novo está chegando? 


O projeto do velho GOLPISTA Michel Temer só trama o retrocesso:

I – fim de todas as vinculações obrigatórias do Orçamento a despesas específicos (incluindo as virtuosas);

II – criação do orçamento impositivo, ou seja, o orçamento votado no congresso deve ser obrigatoriamente executado em sua integralidade, sem contingenciamento;


III – fim de todas as indexações, seja para salários, seja para benefícios previdenciários, seja para qualquer gasto;

IV – criação do orçamento de base zero, que significa a revisão de todos os itens orçamentários a cada legislatura, ou seja, a possibilidade de descontinuidade anual de qualquer programa; e

V – um dispositivo que impossibilita o aumento das despesas acima do crescimento do PIB.


Propõe ainda:

I – aumento da idade mínima de aposentadoria para 60 anos, para mulheres, e 65, para homens; e



II – fim da indexação dos benefícios da Previdência ao salário mínimo.


Meu Deus!

O que tem sido difícil é assimilar no atual panorama, a gravidade da situação em que uma presidenta eleita democraticamente foi destituída por um marketing midiático sórdido de desconstrução de imagem. 
A propaganda negativa, terrorista, disparada por segundos:

CRISE+CRISE+CRISE+CAI+CAIU+DESCEU+MATOU+NÃO


PÉSSIMO+RUIM+NÃO+MATOU+ROUBOU+CORRUPÇÃO+


CORRUPÇÃO+LAVAJATO+MORTE+CAIU+LAVAJATO+PT+


CRISE+CAI+PT+CRISE+MORTE+PT+ROUBO+PT+CRIME


CORRUPÇÃO+PT+CRIME+CRIME PT PT PT PT PT PT, 


para "o povo Matrix" acabou com o amor e a esperança. 


Matrix virou fascista, "revoltados on line", conforme o combinado a Millennium. O que não era, passou a ser e depois virou mesmo grave. 


Não dá pra acreditar que as pessoas não perceberam o jogo que incluiu espionagens e muitos seletos grampos telefônicos.


O PIG não pode informar porque necessita difamar por sobrevivência e não pode ser isento porque é "só" mercenário. No Brasil a justiça considera essa vasta manipulação da grande imprensa como sendo liberdade de expressão, e sendo assim, assistimos esse esculacho dos fatos 24 horas por dia.
A serviço dessa engrenagem mercenária  assistimos a atuação dos parlamentares, que verdadeiramente são colaboradores, pau mandados, golpistas, financiados para roubar o povo e consolidar os negócios lucrativos de bilhões de dólares dos seus financiadores. 


O pior é que estamos diante de uma daquelas tristes situações que nos levam a constatar que, em se tratando do Congresso brasileiro, sempre é possível piorar, visto que os parlamentares conspiradores, golpistas, corruptos do Congresso estão com o rabo preso, dando sinais de preferirem sempre a imundície ao asseio das normas impostas pela moralidade e obediencia constitucional.

Quantos fundamentalistas estão ali? Se pseudo-pastores cobram dízimos de pobres humildes, dá pra imaginar A Lava JATO!

Em pleno século 21, temos no Congresso gatunos, defendendo pautas neoliberais vergonhosamente obscuras, pautas fundamentalistas, machistas, fascistas, que representam um amplo retrocesso nacional. 

DILMA NOS BRAÇOS DO POVO


Em discurso na frente ao Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff disse que esta sendo vítima de injustiça e traição, após ter sido afastada do cargo por até 180 dias para julgamento do processo de impeachment no Senado.

"Estou vivendo a dor da traição, a dor da injustiça", disse aos manifestantes. “Ao longo da minha vida enfrentei muitos desafios, enfrentei o desafio terrível e sombrio da ditadura, da tortura, enfrentei como muitas mulheres desse país a dor indizível da doença, o que mais dói nessa situação que estou vivendo agora, a inominável dor da injustiça, a profunda dor da injustiça, a dor da traição, a dor diante do fato que eu estou sendo [manifestantes gritam Fora Temer]. São duas palavras terríveis, traição e injustiça, são talvez as mais terríveis palavras que recai sobre uma pessoa e essa hora agora, esse momento é o momento em que as forças da injustiça e da traição estão soltas por aÍ”, disse. 


Dilma afirmou que irá resistir até o fim do processo de impeachment, que foi aberto no Senado. "Estou pronta para resistir por todos os meios legais. Lutei minha vida inteira e vou continuar lutando", afirmou. 

A presidenta afastada agradeceu o apoio de manifestantes que protestaram nos últimos meses contra o processo que, segundo Dilma, "estiveram do lado certo da história, do lado da democracia". 

“Eu sou a primeira mulher eleita presidenta da República, eu honrei os votos que as mulheres me deram. Eu fui a primeira mulher eleita presidenta da República, depois do primeiro operário eleito presidente da República, como primeira mulher, eu honrei as mulheres. Como qualquer pessoa humana, posso ter cometido erros, mas jamais cometi crimes", destacou.

Após o discurso, do lado de fora do Planalto, Dilma recebeu um buquê de flores e cumprimentou os populares. Ela estava acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros de seu governo. 

Pronunciamento à imprensa

Antes do pronunciamento para o público, Dilma Rousseff fez um discurso para a imprensa. Cercada por dezenas de ex-ministros, parlamentares e servidores do Palácio do Planalto, a presidenta afastada classificou o processo contra ela de "impeachment fraudulento".


A resistência democrática em prol da democracia está nas ruas, nas escolas e nas praças em defesa da democracia.

"Nossa democracia está sendo objeto de um golpe"

Punição sem crime é a "maior das brutalidades" contra o ser humano, diz Dilma
“Diante da decisão do Senado quero mais uma vez esclarecer os fatos e denunciar os riscos para o país de um impeachment fraudulento, um verdadeiro golpe, desde que fui eleita, parte da oposição inconformada pediu recontagem de votos, tentou anular as eleisções depois e passou a conspirar abertamente pelo impeachment, mergulharam o país num ato de instabilidade e impediram a recuperação da economia com tomar na força o que não conquistaram nas urnas”.

Dilma Rousseff admitiu que pode ter cometido erros, mas enfatizou que não cometeu crimes e que está sofrendo injustiça, a "maior das brutalidades que pode ser cometida".

"Não cometi crime de responsabilidade. Não tenho contas no exterior, jamais compactuei com a corrupção. Esse processo é frágil, juridicamente inconsistente, injusto, desencadeado contra pessoa honesta e inocente. A maior das brutalidades que pode ser cometida por qualquer ser humano: puni-lo por um crime que não cometeu", disse.

Em falas interrompidas por aplausos e gritos de apoio, a presidenta lembrou que foi eleita por 54 milhões de brasileiros e disse que o que está em jogo não é somente o seu mandato.

"O que está em jogo não é apenas o meu mandato. É o respeito às urnas. À vontade soberana ao povo brasileiro e à Constituição. São as conquistas dos últimos 13 anos. O que está em jogo é a proteção às crianças, jovens chegando às universidades e escolas técnicas. O que está em jogo é o futuro do país, esperança de avançar cada vez mais. Quero mais uma vez esclarecer fatos e denunciar riscos para país de um impeachment fraudulento. Um verdadeiro golpe", declarou.

No pronunciamento, Dilma estava acompanhada de seus ex-ministros e parlamentares aliados, como a ex-ministra Eleonora Menicucci (das Mulheres), Kátia Abreu (da Agricultura) e Giles Azevedo (assessor especial). Dilma deu a declaração no Salão Leste do Palácio do Planalto que estava lotado de servidores que vieram dar apoio à presidenta afastada. Eles entoaram palavras de ordem: “É golpe”, “Golpistas, fascistas não passarão”, “Dilma, guerreira, da pátria brasileira”.

Dilma não cometeu crime - 
Antecessores também usaram mecanismos fiscais para ajustar contas de governo.

 "Jamais compactuei com a corrupção, esse é um processo inconsistente, injusto, desencadeado contra uma pessoa inocente, é a maior brutalidade que pode ser cometida contra qualquer ser humano, puni-lo por um crime que não cometeu. Não existe injustiça mais devastadora que condenar um inocente, é uma injustiça, um mal irreparável, essa farsa jurídica de que estou sendo alvo. Como presidente, nunca aceitei chantagem alguma, posso ter cometidos erros, mas não cometi crime."

 "Atos que pratiquei foram atos legais, honestos. Atos de governo idênticos foram executados pelos presidentes que me antecederam. Não era crime na época deles e não é crime também agora. Tratam  como crime um ato corriqueiro de gestão, me acusam de atraso no pagamento do Plano Safra. É falso. A lei não exige minha participação na execução desse plano. Meus acusadores tem que saber dizer que ato pratiquei. Nada restou para ser pago, nem dívida."

Notificação

Dilma foi notificada no Palácio do Planalto pelo primeiro-secretário da Mesa Diretora do Senado, senador Vicentinho Alves (PR-TO), de seu afastamento do cargo após a proclamação do resultado da votação da admissibilidade do seu processo de impeachment na manhã desta quinta-feira (12).

O Senado aprovou, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma é afastada do cargo por até 180 dias. Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 78 parlamentares, mas 77 votaram, já que o presidente da Casa, Renan Calheiros, se absteve.

Assim que terminou sua declaração, Dilma saiu do Palácio do Planalto pela porta principal que fica no térreo do prédio. No caminho, ela cumprimentou servidores da Presidência, em sua maioria mulheres, que a recepcionaram no caminho, que estavam em um cercado próximo à rampa. 

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