ATENÇÃO PRESIDENTA DILMA! URGENTE! AULA DE HISTORIA PARA OS RESPONSÁVEIS PELA BIBLIOTECA DA PRESIDÊNCIA.

 
DITADOR NÃO É PRESIDENTE!
DITADOR É DITADOR!

A Biblioteca da Presidencia da Republica apresenta em sua galeria de ex-presidentes, o sujeitos mais asquerosos da historia do Brasil. Os Ditadores do Regime Militar são expostos ao lado de Presidentes legitimamente eleitos pelo Povo.
Por si, em tal exposição já teríamos um problema grave: Estaríamos reconhecendo, através do governo,  um status que nunca foi dado, nem legalmente e muito menos legitimamente, para qualquer uma dessas criaturas nefastas. O povo, que é o único com poder e direto para entregar essa missão por livre e espontânea vontade, jamais conferiu tal nomeação para os Ernestos e nem para os Garrastazus de plantão daquela época. Dessa forma, já solicitamos aos responsáveis pela Galeria dos Ex-Presidentes, que os apresentem numa coluna à parte sob o Titulo correto: Ditadores.
É importante que sejam expostos em suas devidas dimensões, pois, além da oficialidade da informação, que exige sua correção, também deve-se cuidar de esclarecer muitos estudantes que acessam ao Portal em busca de conhecer a historia de nosso Pais e, não tendo vivenciado o terrível período negro de nosso passado, ficam com a impressão que os personagens daquele mural, sejam todos iguais.
Tanto assim, que na informação mais geral o Golpista Garrastazu é identificado como um PRESIDENTE ELEITO num 
Tipo de eleição muito comum em Parlamentos Europeus. O "General" chegou ao poder pela via indireta, tendo recebido bons 239 (duzentos e trinta e nove)  Votos.
Por outro lado, na biografia do crápula, na parte sobre sua atuação na "Presidencia" podemos ainda perceber que Medici tem suas ações de repressão justificadas pelos responsaveis do do Portal. Eles deixam claro, que o "Presidente Eleito" foi praticamente obrigado tomar atitudes mais drásticas de combate ao terrorismo porque os Terroristas radicalizaram a luta, conforme se confere no texto abaixo: 
"Em resposta à radicalização das organizações armadas de esquerda, o governo transferiu o comando das operações repressivas para a recém-criada Operação Bandeirantes (Oban), em São Paulo, que passou a se chamar Comando de Operações de Defesa Interna (CODI)". 
MANIFESTE-SE CONTRA ESSA EXCRECÊNCIA HISTÓRICA
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PRESIDENTE É PRESIDENTE!
Luiz Inácio Lula da Silva


1º mandato
Vigésimo Sétimo Período de Governo Republicano - 1º.01.2003  a 1º.01.2007
Nascimento: Garanhuns-PE, em 27/10/1945
Profissão: Metalúrgico
Período de Governo:  1º.01.2003 a 1º.01.2007
Idade ao assumir: 58
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 52.793.364 (cinqüenta e dois milhões, setecentos e noventa e três mil e trezentos e sessenta e quatro votos)
Posse: 1º.01.2003, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senador Ramez Tebet

2º mandato
Vigésimo Oitavo Período de Governo Republicano - 1º.01.2007  a 1º.01.2011
Nascimento: Garanhuns-PE, em 27/10/1945
Profissão: Metalúrgico
Período de Governo:  1º.01.2007 a 1º.01.2011
Idade ao assumir: 62
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 58.295.042 (cinqüenta e oito milhões, duzentos e noventa e cinco mil e quarenta e dois  votos)
Posse: 1º.01.2007, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senador Renan Calheiros

DITADOR É DITADOR!
Emílio Garrastazu Médici

Vigésimo Período de Governo Republicano - 30.10.1969 a 15.03.1974
    * Nascimento: Bagé-RS, em 04.12.1905
    * Falecimento: Rio de Janeiro-RJ, em 09.10.1985
    * Profissão: Militar
    * Período de Governo: 30.10.1969 a 15.03.1974 (04a04m17d)
    * Idade ao assumir: 64 anos
    * Tipo de eleição: indireta
    * Votos recebidos: 239 (duzentos e trinta e nove)
    * Posse: em 30.10.1969, em sessão conjunta do Congresso Nacional, presidida pelo Senador
       Gilberto Marinho
    * Afastamento: 07.07.1971; de 06 a 10.12.1971 e de 13 a 20.05.1973, por motivo de viagem,
       períodos em que assumiu o Vice-Presidente
    * Observação: O Ato Institucional nº 16/69 em seu art. 5º determinou que o mandato
       presidencial terminasse a 15.03.1974


Biografia / Período Presidencial
Com a posse do presidente Médici, entrava também em vigor a emenda constitucional nº 1, que se denominou "constituição da República Federativa do Brasil" e incorporou as medidas de exceção previstas no ato institucional nº 5 (AI-5). O período foi marcado pelo recrudescimento da repressão política, da censura aos meios de comunicação e pelas denúncias de tortura aos presos políticos. A esquerda intensificou sua ação, com várias organizações optando pela luta armada. Durante o governo Médici, foram combatidos dois focos de guerrilha rural: Ribeira, em São Paulo, e Araguaia, no Pará. Verificou-se também a intensificação da guerrilha urbana, com assaltos a bancos, seqüestro de aviões e de diplomatas estrangeiros. Em resposta à radicalização das organizações armadas de esquerda, o governo transferiu o comando das operações repressivas para a recém-criada Operação Bandeirantes (Oban), em São Paulo, que passou a se chamar Comando de Operações de Defesa Interna (CODI) e coordenava as atividades dos Departamentos de Operações e Informações (DOIs). O aparato repressivo do governo contava, ainda, com os centros de informação das forças armadas: o Ciex, do Exército, o Cenimar, da Marinha e o Cisa, da Aeronáutica. Nesse período, assistiu-se à desestruturação das organizações de esquerda, com a prisão, exílio ou morte de seus principais líderes.
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