CNT/SENSUS: DILMA 59% E ZÉ PRETO 41%

CNT/Sensus: Dilma atinge 58,6% dos votos válidos

Dilma atinge 58,6% dos votos válidos

 A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgou hoje pesquisa realizada pelo instituto Sensus que revela ampla dianteira de Dilma Rousseff em relação ao adversário tucano. Segundo o levantamento, considerando os votos válidos, a petista venceria a disputa contra Serra por 58,6% contra 41,4%, uma diferença de 17,2 pontos percentuais.
A evolução das intenções de voto na candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando em relação ao último levantamento do Sensus chama a atenção. Na pesquisa divulgada no começo de outubro, a petista tinha uma vantagem de 4,1 pontos percentuais para o concorrente do PSDB.
Levando em conta todos os votos, Dilma tem 51,9% contra 36,7% de Serra. Os votos brancos e nulos somam 4,7% do eleitorado e 6,8% dos entrevistados declararam estar indecisos. A pesquisa mostra também que 43% do eleitorado jamais votariam em Serra. Do começo de outubro até agora, a rejeição ao tucano cresceu 6 pontos percentuais.
O Sensus também apresentou a expectativa de vitória do eleitorado. Para 69,7% das pessoas, Dilma vencerá as eleições no dia 31 de outubro. O percentual de apostas no tucano é de apenas 22,7%.
No levantamento espontâneo, quando o entrevistado não recebe indicação de nomes para escolher, Dilma vence por uma diferença de quase 15 pontos percentuais: 50,4% a 35,7%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 desse mês e ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios e 24 estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuaiS.


SEM MEDO DE SER FELIZ!

O POVO ESTA RESISTINDO A A TORTURA PSICOLOGICA IMPOSTA PELA CAMPANHA OPOSICIONISTA

PARABÉNS PRESIDENTE!

Os militantes do Partido dos Trabalhadores organizaram uma festa em frente ao Palácio da Alvorada para comemorar o aniversário de 65 anos do presidente Luz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (27). Estiveram presentes mais de 700 militantes que receberam Lula com o canto: "Lula, seu presente é Dilma presidente".
Em seu discurso, o presidente, apesar de ter dito que não falaria de campanha, usou várias vezes comparações entre o seu governo e os anteriores. "Deixo a presidência com a convicção de que nós não fizemos tudo que nós queríamos fazer, mas nós fizemos muito mais do que todos aqueles que governaram antes de nós", disse.
Lula colocou como exemplo as mudanças na relação do País perante o FMI. "Está provado que nós construímos um novo patamar, um novo paradigma. O Brasil não aceita mais ordens do FMI".
O presidente disse durante sua fala aos militantes que, apesar de deixar o cargo, não vai deixar de "ajudar a construir" o Brasil. "Eu deixo a presidência, mas não deixo a disposição de brigar por esse País e de ajudar a construir esse País", afirmou Lula. "Nós sabemos o que vai acontecer nos próximos dias, e este País nunca mais voltará a ser um País de segunda classe".
Lula e Dona Marisa, ambos vestidos de branco, caminharam até a tenda montada em frente ao Palácio onde um coral de crianças cantou em homenagem ao presidente. Em seguida, Lula seguiu para uma festa privada no Palácio da Alvorada.
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