Em plena 'histeria mediática' sobre a catástrofe do MH17 o analista político Robert Parry, se pergunta: Por que Washington não apresenta nenhuma prova para apoiar suas acusações contra a Rússia a respeito da tragédia?
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SUBPREFEITURA DE SANTANA/TUCURUVI INAUGUROU EXCELENTE CICLOVIA NA AV. CRUZEITO DO SUL
Inaugurado o primeiro trecho da Ciclovia na Av. Cruzeiro do Sul
A inauguração oficial da ciclovia na Cruzeiro do Sul aconteceu na manhã deste Sábado, 19/07, com as presenças do Secretário de Transportes, do Subprefeito de Santana/Tucuruvi e representantes da Comunidade organizada da Região.
Foi inaugurada neste sábado, 19/07, a ciclovia na Av. Cruzeiro do Sul, no trecho entre a Rua Cel. Antonio de Carvalho e a Av. Ataliba Leonel.
O aparelho público esta inserido no contexto de obras de revitalização da área promovida pela Subprefeitura Santana/Tucuruvi, a partir de recursos do Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb). Além da ciclovia, o trecho recebeu novas calçadas, com acessibilidade para cadeirantes, iluminação, paisagismo com áreas verdes e novos painéis no conhecido MAU – Museu de Arte Urbana – com grafites nas pilastras de sustentação do metro.
EUA ACUSA CUBA DE TRAFICO INFANTIL
Sobre acusação de tráfico de seres humanos, Cuba diz:
‘Os EUA não têm moral’.
Washington afirmou que na ilha há prostituição infantil e turismo sexual. No entanto, conforme assinalou o UNICEF, o país é exemplo na proteção da infância
Em seu relatório de 2014 sobre o tráfico de seres humanos no mundo, o Departamento do Estado inclui novamente Cuba em sua lista, situando-a na pior categoria (3). Segundo Washington, “adultos e crianças são vítimas de tráfico sexual e de trabalhos forçados” na ilha. “A prostituição infantil e o turismo sexual são uma realidade em Cuba e houve alegações de trabalhos forçados durante as missões no exterior que o governo cubano realizou”. 1
Entretanto, Washington reconhece a falta de credibilidade de suas informações:
Alguns cubanos que participam dessas missões de trabalho declararam que sua presença era voluntária e que o trabalho estava sendo bem remunerado em comparação a outros empregos em Cuba. Outros afirmaram que as autoridades cubanas os obrigaram a participar das missões, confiscando seus passaportes e limitando sua movimentação. Alguns profissionais da saúde que participavam dessas missões puderam se beneficiar de vistos estadunidenses e de algumas facilidades migratórias para viajar aos Estados Unidos com seus passaportes, o que indica que pelo menos alguns profissionais da saúde conservam seus passaportes. Os relatórios sobre coação imposta pelas autoridades cubanas não parecem refletir uma política governamental uniforme. Convêm ressaltar que carecemos de informação a respeito. 2
O relatório se refere, entre outros ao Cuban Medical Professional Parole Program (Programa de Liberdade para os Profissionais Médicos Cubanos, em tradução livre) (CMPP). De fato, desde 2006 Washington elaborou uma política destinada a tirar da ilha seu capital humano, facilitando a emigração de seus médicos para os EUA. Este programa prioriza particularmente os 30 mil médicos cubanos e outros funcionários de saúde que trabalham em cerca de 60 países do Terceiro Mundo, no marco de uma vasta campanha humanitária destinada a curar os despossuídos do planeta. 3
Assim, apesar da falta de informação confiável, o relatório de 2014 conclui que “o governo de Cuba não cumpre os padrões mínimos para eliminar o tráfico de seres humanos e não realiza os esforços necessários para isso”. 4
A acusação mais grave é relativa à prostituição infantil. Entretanto, a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) não compartilha desse ponto de vista e, pelo contrário, saúda os avanços de Cuba na proteção da infância. 5 Segundo o organismo da ONU, “Cuba é um exemplo na proteção da infância”. Segundo Juan José Ortiz, representante da UNICEF em Havana, “a desnutrição severa não existe em Cuba porque há vontade política” de eliminá-la. “Aqui não há criança nas ruas. Em Cuba as crianças ainda são prioridade e por isso não sofrem as carências de milhões de crianças na América Latina, trabalhando, explorados ou em redes de prostituição”. 6
Ortiz compartilha sua experiência a esse respeito:
Há milhões de crianças exploradas diariamente, que nunca irão a escola; milhões de meninos e meninas que nem sequer têm identidade, que não existem já que não foram registrados. 7
Cuba, há mais de 50 anos, tem sido um modelo de defesa e de promoção dos direitos da infância. As políticas públicas a favor da infância têm sido prioridade há muitos anos. Assim, conseguiu-se algo verdadeiramente inédito no mundo em desenvolvimento.
Entre as centenas de milhares de crianças que sofrem gravíssimas violações de seus direitos, que chegam inclusive a morrer diariamente de causas absolutamente evitáveis, nenhuma é cubana. É a demonstração clara de que é possível, sim, que os Estados priorizem a atenção à infância e o seu desenvolvimento.
[…] Cuba demonstra que, apesar da crise internacional, apesar da gravidade do impacto do bloqueio [sanções econômicas] sobre o desenvolvimento da infância, apesar desse agravante, uma vez que é o único país a tê-lo, pode garantir plenamente os direitos da infância e conseguir níveis de desenvolvimento humano cada vez maiores. Cuba é um exemplo para o mundo de como é possível trabalhar para garantir os direitos da infância e seu pleno desenvolvimento. O povo cubano disfruta de um tesouro do qual às vezes não se dá conta. Os meninos, as meninas e os adolescentes são privilegiados em comparação ao mundo. 8
20.000 meninos e meninas vão morrer no mundo hoje e a imensa maioria dessas mortes poderia ser evitada. É criminoso deixar que as crianças morram se temos recursos para salvá-las. Se a questão da infância fosse uma prioridade mundial, os problemas dos quais elas são vítimas estariam resolvidos há muito tempo, como é o caso de Cuba.
Cuba sempre foi um exemplo no setor de desenvolvimento social, com nível de igualdade semelhante à dos países mais desenvolvidos […].
O trabalho realizado em Cuba com os menores delinquentes (outra grande questão e desafio para a América Latina e o Caribe) é exemplar. Aqui, não há prisões para crianças. O sistema defende a reabilitação dos jovens extraviados […]. Da mesma maneira, todas as crianças descapacitadas são atendidas, e isso dentro da própria casa se o menino não pode se mover. É um avanço excepcional […]. É o único país que eu conheço onde se pode celebrar o Dia da Criança dançando […]. 9
O representante da UNICEF ressalta também o seguinte: “Por causa do meu trabalho, dediquei meu tempo a sepultar crianças em todos os países. Entretanto, em Cuba, dedico meu tempo a brincar com eles”. Ele não exita em classificar a ilha como “paraíso da infância na América Latina”.10 O UNICEF lembra que Cuba é o único país da América Latina e do Terceiro Mundo que erradicou a desnutrição infantil. 11
Em Havana, as autoridades condenaram a nova inclusão de Cuba, presente na lista negra desde 2003, no grupo de países envolvidos no tráfico de seres humanos e qualificaram o relatório de “manipulador e unilateral ”: 12
O Departamento de Estado decidiu, outra vez, incluir Cuba na pior das categorias de seu relatório anual sobre os países que “não cumprem completamente os padrões mínimos para a eliminação do tráfico de pessoas e não fazem esforços significativos para esse fim”, fazendo caso omisso do reconhecimento e prestígio alcançados por nosso país por seu desempenho destacado na proteção da infância, da juventude e da mulher.
Cuba não solicitou a avaliação dos EUA nem necessita das recomendações de um dos países com maiores problemas no tráfico de meninos, meninas e mulheres no mundo. Os EUA não têm moral para qualificar Cuba, nem para nos sugerir “planos” de nenhuma índole, quando se estima que o número de cidadãos norte-americanos traficados dentro desse país está próximo a 200 mil, onde a exploração sexual, e onde mais de 300 mil crianças, do milhão que abandonam seus lares, estão sujeitas a alguma forma de exploração […].
A inclusão nessa lista, por motivações totalmente políticas, como é também a designação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo internacional, é dirigida a justificar a política de bloqueio […], que afeta severamente a nossa infância, juventude, nossas mulheres e todo o nosso povo. 13
Washington reconhece o caráter frágil de seu relatório e o UNICEF desmente as acusações contra Cuba. Além disso, o envolvimento dos EUA no tráfico de seres humanos e na exploração legal de crianças a partir dos 12 anos prejudica sua autoridade moral e dá um golpe severo em sua credibilidade.
Leia a segunda parte do artigo de Salim Lamrani:
HRW: EUA são único país desenvolvido que autoriza exploração de crianças a partir dos 12
HRW: EUA são único país desenvolvido que autoriza exploração de crianças a partir dos 12
1. State Department, “Trafficking in Persons Report 2014″, junho de 2014. http://www.state.gov/j/tip/rls/tiprpt/2014/index.htm (site consultado em 27 de junho de 2014), p. 148.
2. Ibid., p. 148-149.
3. United States Department of State, “Cuban Medical Professional Parole Program”, 26 de junho de 2009. http://www.state.gov/p/wha/rls/fs/2009/115414.htm (site consultado dia 2 de julho de 2014).
4. State Department, “Trafficking in Persons Report 2014″, junho de 2014, op. cit., p. 149.
5. José A. De la Osa, “Cuba es ejemplo en la protección a la infancia”, Granma, 12 de abril de 2008.
6. Fernando Ravsberg, “UNICEF: Cuba sin desnutrición infantil”, BBC, 26 de janeiro de 2010.
7. Radio Havane Cuba, “L’UNICEF signale que Cuba est un exemple en matière des droits de l’homme”, 1de junho de 2012.
8. Cubainformación, “Entrevista a representante de UNICEF en Cuba”, 4 de junho de 2012. http://www.cubainformacion.tv/index.php?option=com_content&task=view&id=43657&Itemid=86 (site consultado dia 2 de janeiro de 2013.
9. Lisandra Fariña Acosta, “Ce pays est un laboratoire de développement social”, Granma, 7 de junho de 2012. http://www.granma.cu/frances/cuba-f/7jun-Ce%20pays.html (site consultado dia 2 de janeiro de 2013).
10. Marcos Alfonso, “Cuba: ejemplo de la protección de la infancia, reconoce UNICEF”, AIN, 18 de julho de 2010.
11. UNICEF, Progreso para la infancia. Un balance sobre la nutrición, 2011.
12. Agence France Presse, “Cuba califica de ‘manipulador y unilateral’ informe de EEUU”, 21 de junho de 2014.
13. Josefina Vidal Ferreiro, “Declaración de la Directora General de Estados Unidos del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba”, República de Cuba, 21 de junho de 2014.
2. Ibid., p. 148-149.
3. United States Department of State, “Cuban Medical Professional Parole Program”, 26 de junho de 2009. http://www.state.gov/p/wha/rls/fs/2009/115414.htm (site consultado dia 2 de julho de 2014).
4. State Department, “Trafficking in Persons Report 2014″, junho de 2014, op. cit., p. 149.
5. José A. De la Osa, “Cuba es ejemplo en la protección a la infancia”, Granma, 12 de abril de 2008.
6. Fernando Ravsberg, “UNICEF: Cuba sin desnutrición infantil”, BBC, 26 de janeiro de 2010.
7. Radio Havane Cuba, “L’UNICEF signale que Cuba est un exemple en matière des droits de l’homme”, 1de junho de 2012.
8. Cubainformación, “Entrevista a representante de UNICEF en Cuba”, 4 de junho de 2012. http://www.cubainformacion.tv/index.php?option=com_content&task=view&id=43657&Itemid=86 (site consultado dia 2 de janeiro de 2013.
9. Lisandra Fariña Acosta, “Ce pays est un laboratoire de développement social”, Granma, 7 de junho de 2012. http://www.granma.cu/frances/cuba-f/7jun-Ce%20pays.html (site consultado dia 2 de janeiro de 2013).
10. Marcos Alfonso, “Cuba: ejemplo de la protección de la infancia, reconoce UNICEF”, AIN, 18 de julho de 2010.
11. UNICEF, Progreso para la infancia. Un balance sobre la nutrición, 2011.
12. Agence France Presse, “Cuba califica de ‘manipulador y unilateral’ informe de EEUU”, 21 de junho de 2014.
13. Josefina Vidal Ferreiro, “Declaración de la Directora General de Estados Unidos del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba”, República de Cuba, 21 de junho de 2014.
MAIS UMA AFRONTA NORTE-AMERICANA A PAZ
Península Coreana
A chegada do porta-aviões norte-americano George Washington ao porto sul-coreano de Bursan é considerada pela República Popular Democrática da Coreia (RPDC) uma provocação.
O vaso de guerra esta participando, entre 16 e 21 de Julho, nos exercícios conjuntos dos EUA, da Coreia do Sul e do Japão, os quais incluem um simulacro de invasão da Coreia do Norte.
Pyongyang incrementou por estes dias os testes de mísseis balísticos e em comunicado citado pela Europa Press sublinhou que a insistência na chantagem e ameaça nucleares só agrava a tensão na península, e lembrou que, no final de Junho, propôs uma trégua nas manobras militares.
DIRETOS DAS NORTEAMERICANAS ROUBADOS EM NOME DE DEUS
A religiosa liberdade de destruir mulhers
Para quem aprecie os episódios de O Sexo e a Cidade pode parecer inacreditável, mas detestei viver em Nova Iorque. Todas as manhãs atravessava as intermináveis ruas de Queens, roídas de miséria e toxicodependência. Esta cidade não é para ricos. Depois o Metro, uma cova fétida com centenas de paragens, todas iguais, onde chove sempre. Entre os carris o lixo, a água e as ratazanas, de que perdemos o medo e nos entretêm enquanto esperamos pelo comboio. Por fim Manhattan, desproporcional das estaturas humanas, claustrofóbica e epileticamente impacientada pela nossa presença. Manhattan é deliciosa para o turista como o deserto é para o viajante. E igualmente inabitável: os preços eram insuportáveis e a indecência repartia-se pródiga entre a extrema miséria dos mendigos e o luxo extremo dos muito ricos. As meninas da série de televisão já cá não moram e esta cidade não é para pobres.
Mas o que mais me chocava eram as manifestações diárias que a extrema-direita organizava ali, mesmo à porta da clínica privada onde as mulheres podiam abortar. Quando uma mulher entrava, os fascistas insultavam-na, ameaçavam-na, faziam-na chorar. Chamavam a isso exercer a sua liberdade de expressão. Mas depois a lei mudou: com o Obamacare a interrupção voluntária da gravidez passou a estar coberta pelos planos das seguradoras e os fanáticos anti-mulheres ficaram obrigados a respeitar uma distância de dez metros das clínicas.
Porém, no passado dia 30 de Junho o Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu, por cinco votos a favor e quatro contra, retroceder dez anos as conquistas das mulheres daquele país norte-americano.
Por um lado, o Supremo Tribunal decidiu que o limite de dez metros violava a liberdade dos manifestantes, por outro, o mesmo órgão considerou que a liberdade religiosa do empregador estava posta em causa pelo Obamacare. O novo sistema de saúde, que obriga toda a população a comprar um seguro de saúde privado em leilões controlados pelo governo, permitia que o trabalhador escolhesse o seu seguro, ficando o patrão sujeito a comparticipá-lo. Foi então que David Green, o dono da cadeia de supermercados Hobby Lobby, avançou para tribunal. Queixava-se de que ser obrigado a comparticipar a interrupção voluntária da gravidez violava os seus princípios religiosos. Para salvaguardar a sua liberdade religiosa, o Supremo acabou com a liberdade sexual e reprodutiva das mulheres e agora é o patrão que escolhe o tipo de seguro que as mulheres podem comprar porque, segundo o acórdão, «ninguém pode ser obrigado a pagar por algo que julgue moralmente repulsivo».
Infelizmente, o acórdão do Supremo não impede que o governo dos EUA gaste o dinheiro dos contribuintes estado-unidenses em guerras que a maioria do povo julga moralmente repulsivas.
Os patrões não estavam a pagar nada a ninguém porque toda a riqueza é criada pelos trabalhadores. Os empregadores eram forçados a alocar uma parte da mais-valia apropriada aos trabalhadores à garantia da sua saúde sexual e reprodutiva. Ao excluir a contracepção e o aborto dos cuidados de saúde comuns, milhares de mulheres serão devolvidas a uma maior desigualdade económica, cultural e política.
Como escreveu Ruth Bader Ginsburg, juíza do Supremo que votou contra esta decisão, «o custo de um Dispositivo Intra-uterino é quase o equivalente a um mês de salário de uma trabalhadora a tempo-inteiro que receba o salário mínimo».
Esta semana têm eclodido protestos por todo o país à porta de lojas Hobby Lobby, o símbolo de uma lei que dá aos patrões a santa liberdade de destruir a liberdade das mulheres trabalhadoras. E curiosamente, quando protestam, os manifestantes são sempre impedidos de se aproximarem da entrada, não dez mas cem, às vezes duzentos metros. Não consta que as meninas de O Sexo e a Cidade se afligissem com quaisquer destes problemas
SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO
Agressão de Israel à Palestina
Barbárie sionista
Israel continuou a bombardear a Faixa de Gaza apesar de o Egipto ter proposto a suspensão da ofensiva que, em sete dias, já provocou mais vítimas que a agressão de 2012 e agravou o drama humanitário no território.
Só na madrugada de terça-feira, 15, a aviação israelita efetuou 25 ataques, fazendo o número de mortos resultantes dos bombardeos disparar para 185 e o total de feridos para mais de 1280. Segundo informações difundidas por agências de notícias, o governo de Telavive estará disposto a interromper as hostilidades contra a Faixa de Gaza e a negociar a entrada de ajuda de emergência no enclave, mas o fato é que a proposta egípcia de um cessar-fogo, apresentada anteontem, foi espezinhada por Israel escassas horas após ter sido tornada pública.

O Hamas, por seu lado, rejeita um armistício sem negociação dos termos e condiciona a trégua ao fim dos bombardeamentos, ao levantamento do bloqueio à Faixa de Gaza, à abertura da passagem de fronteira de Rafah e à libertação de prisioneiros.
Os desenvolvimentos diplomáticos podem suspender a campanha que os responsáveis políticos militares israelitas denominaram de «Margem Protetora» e que se previa que culminasse com uma invasão terrestre, mas nada pode apagar a barbárie sionista.
Drama humanitário
O balanço de uma semana de agressão revela que foram efectuados cerca de 1400 bombardeos, incluindo com bombas de fragmentação. O total de vítimas mortais ultrapassou o registado em Novembro de 2012, quando Israel realizou a operação «Pilar Defensivo» a pretexto da destruição da capacidade do Hamas em disparar foguetes a partir de Gaza – o que, aliás, não foi conseguido, uma vez que nos últimos dias o movimento disparou centenas de artefactos sem, no entanto, provocar qualquer vítima mortal entre os israelitas.
De acordo com dados divulgados pelo departamento das Nações Unidas para os Assuntos Humanitários, 80 por cento dos mortos da atual ofensiva são civis palestinianos. Entre estes, mais de um terço são crianças e mulheres. No rol de feridos, cerca de metade são também mulheres e menores de idade.
Centenas de edifícios estão em escombros obrigando milhares de palestinianos a procurar abrigo nas ruínas de um território exíguo. Calcula-se que 75 por cento da população não tenha electricidade e que, onde a rede não foi destruída, o fornecimento seja muito limitado. As infraestruturas de saneamento básico colapsaram, assim como as de distribuição de água potável, cuja contaminação atinge proporções catastróficas. Os combustíveis e os alimentos são muito insuficientes.
Castigo coletivo
Na sexta-feira, 11, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos revelou ter «relatórios perturbadores sobre o fato de numerosas vítimas civis serem resultado de ataques a habitações». A estrutura branqueia, no entanto, os crimes cometidos por Israel, falando em «dúvidas sobre se estes ataques estão em conformidade com o Direito Internacional», referindo-se a «ataques proporcionados» mesmo quando os edifícios albergam «militares», e na tomada de «precauções para proteger civis».
A máquina de guerra sionista encontra assim margem para continuar a acusar o Hamas de se esconder atrás de civis, para justificar os ataques indiscriminados e defender o sistema de avisos prévios com o objetivo de evitar processos por crimes de guerra.
A brutalidade não conhece limites e no quadro da ofensiva contra uma população de 1,8 milhões, realça-se o terror psicológico provocado pelas mensagens, chamadas telefónicas e panfletos enviados antes dos bombardeios, ou pelos obuses sem carga explosiva disparados sobre habitações a precederem o fogo mortal. Ainda que o Alto Comissariado para os Direitos Humanos expresse «dúvidas», a condenação internacional é inequívoca.
O presidente palestiniano, Mahmud Abbas, pediu proteção à ONU, considerou que se está perante um genocídio e que a guerra é «contra todo o povo».
O FORUMZN declara a nossa ativa solidariedade com o povo palestiniano, com a sua heróica e determinada resistência e luta de libertação nacional frente à política genocida do Estado de Israel, bem como com os povos da região, nomeadamente o povo Sírio, vítimas da política de ingerência e guerra levada a cabo pelos EUA e seus aliados da NATO. O FORUM exige também aos companheiros petistas uma posição firme de condenação de mais esta ofensiva militar do exército israelita contra a população palestiniana, e apela à mobilização da opinião pública na expressão dos sentimentos de solidariedade ativa do povo brasileiro com o heróico e martirizado povo da Palestina.
A CONSULTA PUBLICA POPULAR DISCUTIU O DEFICIT DE HABITAÇÃO NA REGIÃO DE VILA MARIA E MUITO MAIS
IRANY DIAS - COORDENADORA DO GT DE HABITAÇÃO DE VILA MARIA AGRADECE A PRESENÇA DOS MUNICIPES NA 1a. CONSULTA PUBLICA POPULAR DE VILA MARIA, VILA GUILHERME E VILA MEDEIROS
O povo compareceu em peso ao auditório da Subprefeitura. Vieram pessoas de todos os bairros da região e falaram sobree os seus problemas e suas reinvindicações. Tinha gente de todo canto: do Jd. Brasil, Vila Maria, Vila Guilherme, Vila Medeiros, Jd. Japão, Vila Sabrina, Pq. Novo mundo, Jd. Guançã, Jd. Julieta e de outros pontos da zona norte.
Foi em 11/072014, as 18:15 minutos, quando se reuniram os membros do GT de Habitação e a comunidade nas dependências do Auditório da
Subprefeitura de Vila Maria / Vila Guilherme / Vila Medeiros ,qual fica situada
à Rua General Mendes,111-Vila Maria São Paulo -SP.
A reunião denominada
Consulta Pública Popular para constatação de Déficit Habitacional da região.
Também foi registrada a presença do sr. Cicero Bezerra
assessor de Comunicação do gabinete do Subprefeito Gilberto Rossi e sr. Brasilídio,
assessor Jurídico, e da Subprefeitura de Santana o sr. Luciano Araújo assessor
de Gabinete e o sr. Douglas Puodzius da assessoria de comunicação, a srta.
Priscila Coura da Juventude e Direitos Humanos da mesma Subprefeitura .
Conselheiros presentes: Irani Aparecida Pereira
Dias,Paulo Moura da Silva,Elaine Cristiana de Lima,José Erivaldo Costas dos
Santos e Rudecindo Mendes Marupa
Outras Consultas virão e contamos com a adesão da população para realizar
um melhor trabalho.Nada mais a acrescentar a consulta se encerrou às 20:40
minutos. A presente Ata foi digitada e assinada por mim , Coordenadora do Grupo
de Trabalho de Habitação do Conselho Participativo Municipal de Vila Maria/Vila
Guilherme/Vila Medeiros
6A. CÚPULA DOS BRICS 2014 - CRESCIMENTO INCLUSIVO: SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS
Presidente Dilma Rousseff recebe os chefes de Estado dos Brics
BRICS 2014 -O Brasil sedia a 6ª Cúpula do BRICS em Brasília e em Fortaleza. O encontro vai reunir os Chefes de Estado e Governo de Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul para discutir o crescimento econômico e estratégias para melhorar a distribuição de renda. Com o tema "Crescimento inclusivo: soluções sustentáveis", a Cúpula é uma oportunidade para os países mostrarem como o crescimento econômico das nações e as políticas públicas contribuíram para a redução da pobreza.
GIBA:UM ENGENHEIRO ESPECIALIZADO EM AMAR A COMUNIDADE
O SUBPREFEITO DAS VILAS
Este é um engenheiro que nunca vai virar Suco...
E tal desventura jamais ocorrerá porque ele feito da melhor matéria prima que pode moldar um ser humano. Ele feito de trabalho.
CONEXÃO WI-FI LIVRE - ACESSO IRRESTRITO E GRATUITO A QUALQUER CIDADÃO
A Conexão de wi-fi livre já esta em operação nos Distritos de Santana e Tucuruvi
Conexão de wi-fi livre está instalada no Parque Domingos Luis - Jd São Paulo e na Praça Nossa Senhora dos Prazeres – Parada Inglesa e permite que até 150 pessoas naveguem em banda larga ao mesmo tempo
PREMIO NOBEL DA PAZ MANDA 300 SOLDADOS PARA GUERREAR NO IRAQUE
O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), agora liminarmente denominado Estado Islâmico, anunciou no domingo a restauração do Califado aclamando o seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, califa e caudilho do Islão mundial.
Aos pés da organização fundamentalista baqueou já mais de um terço do território iraquiano, algumas das suas principais cidades como Falluja, Mossul, ou Tikrit, bem como pontos-chave da produção petrolífera daquele país árabe. Enquanto o Estado iraquiano se desintegra e batalhões inteiros do exército desertam, os islamitas continuam o seu avanço rumo a Bagda.
O parlamento iraquiano é a alegoria que melhor representa a trágica balcanização do Iraque e a desagregação do Estado. Anteontem, os deputados recém-empossados reuniram para eleger o presidente, o primeiro-ministro e o presidente da Assembleia. Com os combatentes do Estado Islâmico a menos de 50kms e o som dos tiros a pontuar os minutos, os deputados foram incapazes de chegar a qualquer acordo durante a sessão da manhã. Na sessão da tarde a Assembleia já não conseguiu quórum: apenas 75 dos 328 deputados voltaram.
Dividir para reinar
Historicamente, o enfraquecimento dos estados independentes e a divisão dos povos foi o mecanismo eleito pelo imperialismo para controlar a região. Foi assim que, na sequência da invasão do Iraque, os EUA trataram de dobrar a unidade e resistência do povo iraquiano acicatando as diferenças entre sunitas e xiitas e instrumentalizando secessionismos antigos. Ao imperialismo não bastou roubar a vida a um milhão de iraquianos, roubou também a identidade nacional a um povo inteiro.
Paul Bremer, o homem escolhido por Bush para governar o Iraque ocupado e escrever a nova Constituição, gabava-se de «não saber muito sobre a História do Iraque». Quando o Museu Nacional Iraquiano, em Bagdad foi bombardeado e saqueado, Donald Rumsfeld referiu-se à perda irreparável desse tesouro da civilização humana perguntando-se, em tom jocoso, se «havia assim tantos vasos no Iraque?».
Foi a estratégia estado-unidense de fracturação da sociedade iraquiana que abriu, de par em par, as portas à irrupção do Estado Islâmico: os sunitas, que desde a de-baathificação vinham sendo discriminados e perseguidos, engrossam hoje as fileiras do Califado; os peshmergas curdos, abandonados à sua sorte pelo exército iraquaiano, sonham já com a secessão; até o próprio Estado Islâmico, que agora Obama diz combater, é uma antiga criação norte-americana.
A diplomacia da esquizofrenia
Se dúvidas restarem sobre a esquizofrenia dos EUA basta olhar para a fronteira ocidental: do lado sírio, o Estado Islâmico recebe armas, dinheiro e apoio político dos EUA; do lado iraquiano, a mesma organização é o alegado inimigo.
A oposição do povo norte-americano à guerra tinha obrigado Obama a recorrer cada vez mais a grupos terroristas regionais para a execução da sua agenda imperial. O problema é que estas organizações terroristas não vêem fronteiras. No caso da Síria e do Iraque, trata-se de uma linha traçada a régua e esquadro pelos imperialistas britânicos e franceses, em 1916, para repartir o espólio do Império Otomano. Mas o recrudescimento do sectarismo, a decomposição da identidade nacional iraquiana e a hecatombe da guerra ameaçam esfumar esta fronteira, autorizando as forças islamitas mais reacionárias a vaticinar a reconfiguração religiosa dos estados do Oriente Médio. De Aleppo, na Síria ensanguentada pela agressão imperialista, à longínqua Diyala, no Iraque, este conflito matou, só em Junho, mais de 3000 pessoas e gerou pelo menos meio milhão de refugiados.
A caixa de Pandora está aberta. Os EUA temem que um Estado iraquiano forte ouse quebrar a sua tutela, mas tampouco o querem exangue e sem capacidade de resistir ao Estado Islâmico, ao mesmo tempo que promovem o caos na Síria e aleitam a guerra na região. O enigma complica-se continuamente.
Enquanto não há soluções óbvias, a decisão de Obama de enviar mais 300 soldados para o Iraque é mais da mesma receita para perpetuar uma guerra infinita. Pretende manter viva uma máquina de fazer guerra ao povo iraquiano, o único que saberá como fazer a paz.
ALIADOS NORTEAMERICANOS USARAM ARMAS QUIMICAS
ONU CONFIRMA QUE A "LINHA VERMELHA"
FOI QUEBRADA PELOS ALIADOS AMERICANOS NA SIRIA
Os grupos armados usaram armas químicas a noroeste de Aleppo
, afirmou, dia 7, o ex-enviado especial da ONU e da Liga Árabe à Síria. Em entrevista ao semanário alemão Der Spiegel, Lakhdar Brahimi confirmou como verdadeira a versão do governo sírio, segundo o qual foram os terroristas aliandos e aopiados pelos EUA quem usaram agentes tóxicos contra civis a 19 de Março de 2013.
Recorde-se que as potências imperialistas acusaram o regime de Damasco de ser responsável pelos ataques com armas químicas na Síria. Com esse pretexto, os EUA tentaram impor uma intervenção militar directa no território.
A campanha imperialista acabou por não se concretizar em resultado de um acordo entre norte-americanos e russos, que previa a eliminação do arsenal e de todos os competentes passíveis de produzir aquele armamento não-convencional, bem como o desmantelamento dos laboratórios.
A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) e a ONU, em cooperação com as autoridades sírias, ficaram encarregadas de fazer cumprir o programa de transbordo e destruição do material, sublinhando, ao longo do processo (praticamente concluído), o empenho notável da Síria.
Pelo contrário, os grupos terroristas colocaram permanentes obstáculos perpetrando ataques e atentados visando os monitores da OPAQ e das Nações Unidas, e fechando áreas onde se encontravam armazéns militares.
Ainda no passado dia 27 de Maio, um grupo de seis inspectores internacionais e cinco colaboradores sírios foram sequestrados, isto apesar do cessar-fogo acordado entre o governo e os mercenários na região para onde se dirigiam. A equipe acabou por ser libertada.
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