Jovens latino-americanos foram contratados para recrutarem «opositores» em Cuba e promoverem ações de desestabilização.
O projeto financiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) foi revelado a semana passada pela agência AP, que assinala que a iniciativa esteve para ser cancelada quando um dos operacionais da USAID, Alan Gross, foi detido e condenado pelas autoridades de Havana.
Entre outros projetos, os envolvidos fundaram um escritorio para a prevenção do VIH que consideravam, de acordo com informações obtidas pela agência noticiosa, a «desculpa perfeita» para encobrirem as suas atividades. Procuraram ainda integrantes de um grupo de criação artística cubano chamado Revolução. Um dos seus membros declarou, entretanto, que desconhecia que os costa-riquenhos que os contactaram eram pagos pela USAID.
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